A pergunta que não quer calar.


Mas afinal, quando vamos enforcar o Bush???

Ou será que apenas o Sadam merecia a forca.




| Divulgação |
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| Bispa Sônia, da Renascer |
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| Apóstolo Estevam Hernandes |
Um psicólogo australiano está sendo processado por obrigar uma paciente de 22 anos a usar uma coleira de cachorro e a chamá-lo de "mestre" durante o tratamento.
Ele disse à corte que o procedimento está de acordo com as regras de conduta ética da psicologia.
O doutor Bruce Beaton, de 64 anos, usou essa técnica com a garota pelo menos quatro vezes, até que a polícia foi avisada e gravou uma sessão de terapia com uma câmera oculta. Ele estaria usando também um chicote.
Dr. Beaton alegou ter recorrido ao tratamento "mestre-escravo" com a paciente que é bulímica porque os outros métodos falharam. Ele achou que assim conquistaria a confiança da moça.
Esse tipo de tratamento é permitido pela Sociedade Psicológica Australiana, segundo ele. "Não estou dizendo que estaria tudo bem se eu tivesse batido nela. Mas eu não bati", defendeu-se. O julgamento continua.

Ao menos um em cada sete deputados federais eleitos que tomam posse em 1º de fevereiro responde a um ou mais processos ou investigações criminais em andamento nos sete tribunais da Justiça Federal do país.
Levantamento exclusivo realizado pelo G1 nesses sete tribunais mostra que, dos 513 parlamentares da nova legislatura da Câmara, 74 (quase 15%) têm pendências jurídicas criminais, que vão desde infrações contra a administração pública, como corrupção e desvio de verbas, até delitos como lesão corporal, tentativa de homicídio e cárcere privado. No total, os parlamentares respondem a 133 processos.
O levantamento foi realizado nos últimos dois meses por meio de pesquisa nos sites na internet do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e dos Tribunais Regionais Federais, que são a segunda e terceira instâncias da Justiça Federal (clique aqui para conhecer a metodologia empregada pelo G1).
Foram considerados os inquéritos com ou sem denúncia do Ministério Público e as ações penais. Também estão contabilizados processos em tramitação na primeira instância, localizados nas instâncias superiores por meio de apelações, habeas corpus ou petições.
Como não foram consultados os tribunais estaduais, a probabilidade maior era de encontrar mais processos contra deputados reeleitos que contra eleitos pela primeira vez. Isso porque os reeleitos já dispunham de foro privilegiado (só podem ser julgados e processados no Supremo Tribunal Federal). Isso, de fato, se confirmou. Dentre os 74 processados que o levantamento apurou, 73% são reeleitos e 27%, deputados que cumprirão o primeiro mandato.
Para Claudio Abramo, diretor-executivo da Transparência Brasil, organização não-governamental que atua no combate à corrupção, o número de deputados federais com pendências na Justiça na nova legislatura é “absolutamente alto”.
“Se o número já é alto (na Câmara), imagine isso projetado para as assembléias estaduais”, afirmou.
Na avaliação de Abramo, é necessária uma alteração na legislação eleitoral, de modo a proibir as candidaturas de pessoas já condenadas em alguma instância.
Atualmente, de acordo com a legislação eleitoral, o cidadão só é impedido de concorrer se tiver sentença condenatória transitada em julgado (em processos que já tramitaram por todas as instâncias, têm decisão final e não há mais possibilidade de recursos). Mesmo assim, dois anos após o cumprimento da pena, o político retoma o direito de concorrer a cargos públicos.
O especialista em direito político e eleitoral e conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Everson Tobaruela, discorda. Para ele, não é a legislação que deve ser alterada.
“Como advogado, sou obrigado a dizer que, enquanto não houve trânsito em julgado, há presunção da inocência. A Constituição diz que é inocente. Esse é um parâmetro técnico. É a sociedade quem tem de fazer esse crivo e não votar em quem é suspeito”, afirma.
A falta de critérios dos eleitores para a escolha dos candidatos também é ressaltada pelo cientista político Leonardo Barreto, professor do Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Brasília (Unb). Mas ele afirma que outra explicação para a eleição de um número elevado de parlamentares suspeitos é o próprio sistema eleitoral.
“(O sistema) não proporciona uma competição acirrada entre os candidatos a deputado. Como temos grande número de candidatos e pequeno tempo de propaganda gratuita, cada parlamentar tenta vender sua imagem. É diferente nas eleições majoritárias, nas quais os candidatos apresentam pontos fracos dos oponentes”, destaca o cientista político. Para ele, grande parte da população desconhece os processos contra os deputados.
Ranking
De acordo com o levantamento do G1, em primeiro lugar no ranking das acusações mais recorrentes estão os crimes contra a administração pública, com 51% de todos os processos.
Entre esses, a maioria é de casos de peculato (crime cometido por funcionário público, que se apropria de bens ou dinheiro público), desvio de verbas e fraude em licitações. Na segunda posição, com 20% do total, figuram os crimes contra o sistema financeiro (do “colarinho branco”) e contra a ordem tributária, dos quais a sonegação fiscal é o mais comum.
Para Roberto Romano, professor de filosofia política e ética da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os números que o levantamento apurou mostram que “os que ocupam o poder não se deram conta de que os meios do poder não pertencem a eles, mas ao público”.
“Quando o ocupante do poder usa do bem do público como se fosse seu, você tem tirania”, afirmou o filósofo, comparando a situação política atual a um estágio “pré-político”, quando a posse dos bens era concentrada pela igreja e pelos governantes.
Na avaliação do filósofo, o que incentiva a regressão à “pré-política” é o foro privilegiado. “Aqui (no Brasil), pertencer ao Legislativo quase representa pertencer a uma raça superior. Com isso, há incentivo à delinqüência.”
O presidente do Conselho Executivo da Associação dos Juízes para a Democracia (AJD), Marcelo Semer, concordou que o foro privilegiado é fator que induz à eleição de uma grande quantidade de deputados eleitos com ações ou inquéritos criminais em andamento.
“O que desprestigia a imagem do Congresso é o fato de que pessoas se aproximam do poder para obter algum tipo de privilégio. Quem estiver mais perto do poder está mais distante da punição.”
Atualmente, têm foro privilegiado, dentre outros, o presidente e o vice da República, deputados federais e senadores, ministros do Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, ministros de Estado, comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, membros dos tribunais superiores, membros do Tribunal de Contas da União e chefes de missão diplomática de caráter permanente.
Os deputados ganharam o foro privilegiado após a diplomação, que ocorreu entre os dias 14 e 19 de dezembro do ano passado nos tribunais eleitorais dos estados. Ou seja: todos os processos aos quais respondiam nos outros tribunais antes de terem sido eleitos “subirão”, conforme o jargão jurídico, para o STF.
Até a diplomação, crimes pelos quais respondem ex-prefeitos, ex-vereadores e ex-deputados estaduais que se elegeram deputados federais tramitavam na esfera da Justiça dos estados.
Contraponto
Tobaruela, da OAB, discorda dos benefícios do foro privilegiado. “Uma pessoa processada e julgada em uma única instância, juridicamente, não tem privilégio, tem prejuízo. Se condenado, isso ocorre em única e última instância”, diz.
(*) Participaram do levantamento: Amauri Arrais, André Luís Nery, Carolina Iskandarian, Fausto Carneiro, Glauco Araújo, Laura Naime, Ligia Guimarães, Maria Angélica Oliveira, Mariana Altavista Romão, Mariana Oliveira e Roney Domingos (do G1, em São Paulo); Carolina Jardon e Gustavo Tourinho (do G1, em Brasília); e Cesar Baima (do G1, no Rio).

Bento XVI lancará livro pela editora de O Código Da Vinci
CIDADE DO VATICANO - Se o papa Bento XVI está torcendo para seu primeiro livro vender como O Código Da Vinci, de Dan Brown, pode contar com a editora americana certa para isso.
A Doubleday, empresa que vendeu o livro de Dan Brown segundo o qual Jesus teria tido filhos livro que o Vaticano tachou de blasfemo também será a responsável por colocar no mercado norte-americano o livro do papa Bento XVI sobre a vida de Cristo.
A editora do Vaticano, em comunicado divulgado na terça-feira, se distanciou do processo decisório, mas mesmo assim a mídia italiana zombou da escolha da Doubleday.
No ano passado um cardeal do Vaticano ameaçou com ação legal quando o livro foi transformado em um blockbuster de Hollywood, estrelado por Tom Hanks. O cardeal Tarcisio Bertone, atualmente secretário de Estado do Vaticano, descreveu O Código Da Vinci como "saco cheio de mentiras" e pediu o boicote ao livro.
Em matéria de primeira página, o Il Giornale brincou, dizendo que o papa, ex-cardeal Joseph Ratzinger, está prestes a lançar um "Código Ratzinger".
A explicação real pode estar mais ligada ao tino por negócios do que a intrigas.
O Vaticano vendeu os direitos de distribuição mundial do livro à editora italiana Rizzoli, que, "independentemente", concedeu os direitos nos EUA à Doubleday, segundo a editora do Vaticano. A editora observou que a Doubleday já publicou um livro do papa João Paulo II e outras obras católicas.
O livro de Bento XVI, Jesus de Nazaré, se propõe a ser uma análise pessoal histórico-teológica de Jesus como figura central da fé cristã. O primeiro volume do livro vai cobrir a vida de Cristo, desde seu batismo no rio Jordão, quando jovem, até a transfiguração, quando, segundo os Evangelhos, três de seus apóstolos enxergaram sua natureza divina e tiveram visões de Moisés e Elias.
O livro de Dan Brown é um mistério internacional de assassinato que gira em torno das tentativas de trazer à tona um segredo relativo à vida de Cristo que uma sociedade clandestina vem tentando proteger há séculos.
O argumento central do livro de Dan Brown, que já vendeu mais de 40 milhões de cópias, é que Jesus teria se casado com Maria Madalena e tido filhos.

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Agora pesquisadores na Suíça e na França disseram que novas imagens mais precisas do fóssil mostram que a criatura andava ereta e que seu rosto era muito mais achatado do que o de um macaco.
A equipe, que divulgou suas conclusões na revista científica Nature, disse que o crânio pode ser o elo perdido entre a espécie humana e os macacos.
Semelhanças
Além do crânio quase completo, a equipe liderada pelo francês Michael Brunet, da Universidade de Poitiers, na França, analisou pedaços de mandíbula e vários dentes encontrados em 2002.
Eles acreditam que o Toumai seja da época em que, de acordo com informações genéticas, os ancestrais dos homens e dos macacos se dividiram.
Os fósseis combinam traços primitivos, com um cérebro do tamanho de um macaco, com rosto e dentes mais humanóides.
Os autores do estudo publicado na Nature dizem que os fósseis têm semelhanças com os fósseis hominídeos e divergem claramente dos macacos africanos.
Em um outro estudo, uma equipe que incluía o próprio Brunet e o cientista Christoph Zollikofer da Universidade de Zurich, na Suíça, apresentou uma reconstrução tridimensional do crânio, que foi encontrado bastante danificado.
A simulação também confirmou as características hominídeas de Tumai.
Um dos argumentos apresentados pelos pesquisadores é que a cavidade por onde passa a espinha dorsal é similar às dos humanos, o que sugere que a criatura era bípede e ficava ereta, como nós.
Mas Martin Pickford, do Museu de História Natural de Paris, não se convence. "(O Tumai) pode ter dado origem a hominídeos bípedes, mas não era ainda um hominídeo bípefe", disse o cientista à BBC.
Zollikofer diz que as divergências vêm do fato de que o fóssil estava muito distorcido para que as suas características humanóides fossem reconhecidas.
Se Toumai realmente pertencer à família humana no processo evolutivo, cientistas terão de rever alguma suposições sobre a nossa pre-história,
Os fósseis foram encontrados a cerca de 2,5 mil quilômetros de um vale na África que era considerado o berço da espécie humana devido ao grande número de fósseis humanos descobertos ali.
A confirmação de que um Tumai era um ancestral humano implicaria que os hominídeos estavam presentes numa área muito maior do Leste da África e que existiram muito antes do que se acreditava.
Além disso, seria a prova de que os hominídeos evoluíram dos macacos muito mais cedo que se imaginava.

Os pesquisadores afirmam que as pegadas, descobertas no México, devem ter sido feitas há 40 mil anos, sugerindo que a chegada dos homens nas Américas ocorreu antes do que se imaginava.
Muitos antropólogos e arqueólogos acreditam que os primeiros humanos se estabeleceram nas Américas em torno de 12,5 mil anos atrás, provavelmente atravessando o estreito de terra que existia entre a Sibéria e o Alasca.
Mas essa teoria pode ter de ser reavaliada após a descoberta do grupo de cientistas das Universidades de Liverpool e de Bournemouth.
Origem
Os pesquisadores apresentaram os detalhes da expedição durante um evento científico em Londres.
Eles explicaram que as pegadas foram preservadas como fósseis em cinza vulcânica em uma pedreira abandonada a cerca de 130 km da Cidade do México.
As pegadas teriam sido preservadas quando o nível da água de um antigo lago subiu, cobrindo-as de lama.
Se as conclusões dos cientistas forem confirmadas, isso implicará a reavaliação da origem dos primeiros habitantes do continente americano.

De acordo com os cientistas, a população da época parece ter ocupado as casas por temporadas, para realizar rituais festivos e cerimônias fúnebres.
As moradias são de 2.600 a 2.500 a.C., o mesmo período em que a maior parte do Stonehenge foi construído.
Na era antiga, este povoado teria abrigado centenas de pessoas, o que o tornaria o maior vilarejo britânico neolítico já encontrado.
Entulho
“No local onde estavam as casas, escavamos os contornos no chão de camas e armários de madeira”, afirmou à BBC o arqueólogo Mike Parker Pearson, da Universidade de Sheffield.
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| Local teria sido usado para banquetes e rituais (foto: National Geographic) |
Os pesquisadores escavaram oito casas do antigo vilarejo, mas conseguiram detectar muitas outras prováveis moradias possivelmente uma centena usando um equipamento de geofísica.
Cada casa teria cinco metros quadrados, com um aspecto “meio de prisão”, segundo Pearson.
As casas são feitas de madeira, com chão de argila e um forno central. Arqueólogos encontraram entulhos com mais de 4,6 mil anos de idade.
“É o mais rico e com isso, quero dizer, o mais sujo sítio deste período conhecido na Grã-Bretanha”, disse Pearson. “Nunca vimos esta quantidade de cerâmica, ossos de animais e pedra-de-fogo.”
Rituais e festivais
O pesquisador da Universidade de Sheffield não acredita que o local fosse habitado durante todo o ano. Para ele o complexo religioso formado por Stonehenge e Durrington era usado para rituais funerários.
Pearson acredita que, na era neolítica, as pessoas vinham de diversas partes da Grã-Bretanha para grandes festas realizadas no inverno, onde muita comida era consumida. Isso explicaria o número de ossos de animais encontrados no local.
“O entulho achado não é um resto doméstico qualquer. Não há equipamentos de artesanato para limpeza de restos animais e nem de processamento de colheita”, disse.
“Os ossos eram jogados fora meio comidos. É o que chamamos de uma coleção de banquete. Aqui é aonde eles vinham para festejar. Você pode dizer que é o primeiro festival gratuito.”
Outro Stonehenge
O povoado de Durrington também tinha seu próprio monumento semelhante ao Stonehenge, porém feito de madeira, que foi descoberto em 1967.
Os dois monumentos estão alinhados a fenômenos do calendário astronômico. O Stonehenge está alinhado ao pôr-do-sol do solstício de inverno. O de Durrington está alinhado com o amanhecer do solstício de inverno. Segundo Pearson, os monumentos se complementam.

Isso se encaixa com a idéia de que os locais eram usados para festivais, que surgiu após a análise de dentes de porcos achados no sítio.
“Uma das coisas que podemos deduzir a partir dos dentes de porcos, é que a maior parte deles (os porcos) foi abatida aos nove meses. E nós acreditamos que as porcas pariram na primavera”, afirmou o pesquisador.
“É provável que houvesse uma seleção de rebanho no inverno, e isso se encaixa com nossa teoria sobre os alinhamentos de solstícios em Durrington e Stonehenge.”
Em uma área separada, o arqueólogo Julian Thomas, da Universidade de Manchester, descobriu outras duas casas neolíticas, cada uma protegida por uma cerca de madeira e uma trincheira.
Mas, ao contrário das casas em Durrington, estas moradias não tinham entulhos.
“Primeiro pensamos que elas haviam sido limpas”, disse Thomas.
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| Escavações revelaram casas rústicas (foto: National Geographic) |
Porém, pesquisadores acreditam que essas moradias eram mantidas limpas e que teriam abrigado líderes da comunidade, além de sábios, chefes e religiosos. Ou que elas seriam lugares sagrados para rituais.
Cemitério
Pearson especula que Durrington era um local usado para celebrar a vida e depositar no rio os mortos, que seriam transportados para a além-vida, enquanto Stonehenge funcionava como memorial ou até cemitério para alguns dos mortos.
Depois do banquete, afirma Pearson, as pessoas viajavam por uma avenida para depositar os mortos no rio Avon, cujo curso segue em direção ao Stonehenge. Em seguida, elas seguiam por outra avenida, que levava ao monumento de Stonehenge, onde haveria cremação e enterro de outros mortos selecionados.
Stonehenge seria, portanto, um local para adoração dos ancestrais e de comunhão com os espíritos dos mortos. Ele teria sido o maior cemitério da Grã-Bretanha antiga, com cinzas de mais de 250 corpos.
"As peças tradicionais estavam muito caras e não vendiam mais. Uma amiga disse, brincando: 'Por que vocês não começam a fazer fio-dental?'", disse a artesã Malgorzata Sanaszek. "Ela fez uma para mim e depois para outras amigas. Foi um sucesso."
A revolução das calcinhas provocou a ira em muita gente. Os poloneses são católicos fervorosos. "Nossa renda é conhecida em toda a Polônia. Fornecemos para o Papa João Paulo II, para a rainha da Inglaterra e para o altar de igrejas", disse Mieczyslaw Kamieniarz. Sua família está no ramo há cinco gerações.
"É vergonhoso e humilhante ver que a mesma renda está sendo usada agora no traseiro das pessoas."
As peças já estão sendo comercializadas até pela internet. "Fazer uma calcinha fio-dental é muito mais fácil", comemora Krystyna Kaisar. Uma toalha leva de uma semana a seis meses para ficar pronta. A calcinha não leva mais que um dia, e custa 38 dólares (81 reais).


Davenport-Iowa -Reuters
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"O presidente tem dito que isso será deixado para seu sucessor", disse a senadora de Nova York durante uma reunião em uma feira em Davenport, onde ela termina dois dias de campanha no Estado que deu o pontapé inicial à campanha presidencial de 2008.
"Eu acredito que é uma grande irresponsabilidade e eu realmente me sinto mal por isso", disse ela. "Essa foi uma decisão dele, de ir à guerra, ele teve um plano mal concebido, uma estratégia executada de forma incompetente e nós devemos esperar que ele tire nosso país disso antes de deixar o governo". Clinton, uma opositora do plano de Bush de enviar mais tropas ao Iraque, tem sido criticada por alguns democratas por sua demora em se voltar contra o conflito e por sua hesitação em renunciar a seu voto em 2002 que autorizou a guerra do Iraque.
Durante uma entrevista coletiva antes de deixar o Estado, ela evitou uma questão sobre o porque de não ter considerado aquele voto um erro, como outros candidatos já fizeram. "Eu lamento profundamente a forma como ele usou essa autoridade", disse sobre Bush. "São trágicos os erros que ele cometeu concebendo e executando essa guerra, especialmente a incompetência com que ele planejou e implementou sua política".
Clinton também reprovou os jornalistas por repetidamente questionarem sobre como ela iria lidar com os todos os malignos líderes masculinos no mundo. "O que, no meu background, me qualifica a lidar com bons e maus homens?" perguntou ela durante o encontro, refazendo a questão e parando antes que todos começassem a rir. No final, deu uma resposta séria sobre construir diplomacia.
Clinton entrou na corrida presidencial no fim de semana passado com uma grande publicidade e uma liderança nas pesquisas de opinião sobre outros sete candidatos opositores democratas, incluindo o senador Barack Obama, de Illinois, e John Edwards, candidato à vice-presidente em 2004.
Em Davenport, como em Des Moines no sábado, Clinton abordou uma longa lista de políticas a serem atingidas, desde o suporte para a cobertura universal do serviço de saúde até planos para independência energética e para tornar a universidade mais acessível.
Ela lembrou ainda à população do Iowa que Nova York é mais do que apenas a cidade de Nova York e falou sobre seu trabalho em favor das pequenas cidades e fazendas no norte do Estado de Nova York. "Eu acho que vocês vão achar muitas coisas em comum com as cidades pequenas e vilas de seu Estado" .
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Chávez nega plano para confiscar propriedade privada Presidente da Venezuela também apelou para população não temer seu empenho acelerado na implantação do socialismo AP
CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, negou, neste domingo, que seu governo de esquerda pretende confiscar o segundo imóvel pertencente a um mesmo proprietário, ou carros de luxo, e apelou aos venezuelanos para não temerem seu empenho acelerado na implantação do socialismo. "Ninguém deve ficar temeroso. Se tivermos que nos aterrorizar com alguma coisa deve ser com relação ao capitalismo, que destrói a sociedade, as pessoas e o planeta", disse Chávez, durante seu programa semanal de rádio e televisão, chamado "Alô, Presidente".
Mas também advertiu seus oponentes políticos de que "nada interromperá" o avanço do "socialismo do século 21", dizendo que a maioria dos venezuelanos decidiu deixar gradativamente o capitalismo para trás.
Muitos venezuelanos abastados e da classe média contrários a Chávez temem que o ex- comandante possa confiscar segundos imóveis de sua propriedade, a medida que prossegue com sua Revolução Bolivariana - movimento político que leva o nome do herói sul-americano Simón Bolívar.
Durante seu programa, transmitido ao vivo a partir de uma fazenda de gado nos arredores de San Carlos, pequena cidade no centro da Venezuela, onde Chávez inaugurou uma série de "centros de formação socialista" . Segundo disse, ali os venezuelanos estudarão os ideais socialistas e também receberão uma formação profissional.
"Como disse Cristo, o socialismo exalta o amor entre nós", disse Chávez, insistindo para que os venezuelanos de todas as classes sociais e tendências políticas aceitem "o socialismo que vamos criar com todos os nossos esforços, nossa mentes, nossas mãos e nossos corações".
Chávez, reuniu-se com as pessoas que trabalhavam na fazenda de 740 acres, indagando sobre sua vida quotidiana, e alertou-as contra os males do capitalismo, pedindo para que trabalhem na criação do socialismo através da criação de um "novo homem", enquanto elas faziam a ordenha e mostravam ao presidente como o queijo era produzido. Os oponentes de Chávez afirmam que a Venezuela está mergulhando lentamente num autoritarismo no estilo cubano, acusando o presidente de procurar se firmar como um presidente perpétuo, como seu amigo Fidel Castro. Chávez rejeita alegações de que é uma ameaça à democracia, mas o líder esquerdista tem intensificado os temores entre as adversários ao afirmar repetidamente que pretende governar a Venezuela até 2021 ou por mais tempo, propondo uma reforma constitucional que lhe permitiria ser reeleito indefinidamente. A Constituição da Venezuela, elaborada em 1999 por uma assembléia toda poderosa repleta de aliados políticos de Chávez, atualmente permite que o presidente ocupe o cargo por dois mandatos consecutivos. |










BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta!
Fatos que abalaram a semana. 'Bandidos fantasiados de policiais assaltam pedágio.' Só que roubar pedágio não é assalto, é restituição!
Lula tem um piriPAC e lança o PAC: Programa de Aceleração do Crescimento. Então é um PACote de Viagra. PAC quer dizer mesmo Plano de Ataque ao Contribuinte! E São Paulo foi fundada há 453 anos e afundada pelo buraco.
Aliás, por causa do tal buraco o prefeito Kassab mudou de nome para KASSAMBA! E sabe quem abriu o evento SP Fashion Bicha? O Kassamba. E a piada que corria era que ele vai levar a moda pro buraco. Kassab leva a moda pro buraco!
'Estilista Ronaldo Esper preso roubando vaso de cemitério.' Merece uma agulhada. Aliás, merece uma sessão de acupuntura. De tanto dar agulhadas nos vivos, vai levar agulhadas do além. Pior foi roubar de Fusca. Estilista de Fusca? Então precisa roubar um carro. Rarará.
E ainda botou os vasos numa sacola de feira bem bagaça. Nem uma Vuitton de camelô? Devia ter roubado vasos sanitários. Ele agora só pode vestir a Noiva Cadáver. Rarará!
'Bispos da Renascer são rastreados por tornozeleiras eletrônicas 24 horas por dia.' Rastreados por Deus e pelo FBI! E já imaginou a bispa Sônia de tornozeleira eletrônica? Espero que seja da Gucci. Tornozeleira Dolce e Gabbana.
Ela devia customizar as tornozeleiras, escrever com strass: 'Deus É Fiel', 'Monitorada por Deus', 'Enriquecer em Cristo'. Devia lançar uma linha de tornozeleiras Bispa Sônia.
E, como diz um amigo meu: 'Se a moda pega, a minha namorada vai querer botar uma tornozeleira em mim'. Rarará. É mole? É mole, mas sobe! Ou, como diz o outro: é duro, mas desce!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha 'Morte ao Tucanês'. Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês.
É que em Atibaia tem uma loja chamada Vó Conga Artigos Religiosos e Sex Shop. Essa Vó Conga deve ser do babado. Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. 'Leptospirose': doença contraída pelo companheiro no laptop e transmitida pela urina do mouse. Rarará! O lulês é mais fácil que o inglês.
Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje, só amanhã. Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
Nóis capota mais num breca!!!





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Beattie também advertiu que outros Estados da Austrália terão, eventualmente, que fazer o mesmo.
O país vive atualmente a sua mais grave estiagem já registrada.
Na semana passada, o primeiro-ministro australiano, John Howard, declarou que a segurança do fornecimento de água é o maior desafio que a Austrália enfrenta, e anunciou um pacote no valor equivalente a US$ 7 bilhões para lidar com o problema.
Beattie, que é do principal partido de oposição ao governo, o Trabalhista, disse que a redução dos níveis de água deixou sua administração sem opção além da de introduzir água reciclada no sudeste de Queensland, começando no ano que vem.
"Sem chuva, nós não temos escolha", afirmou à rádio ABC.
"Estas são decisões desagradáveis, mas ou você bebe água ou morre. Não há escolha. É ouro líquido, é uma questão de vida ou morte", disse Beattie.
A prática de beber água reciclada - que já é empregada em países como Estados Unidos, Grã-Bretanha e Cingapura, não tem apoio amplo na Austrália.
Howard apoiou as declarações de Beattie, dizendo a uma emissora de rádio de Sydney: "Eu defendo a reciclagem há muito tempo (...) Eu sou fortemente favorável à reciclagem, Beattie está certo."
Mas Mike Rann, líder do governo da Austrália Meridional, e Morris Iemma, líder do governo de Nova Gales do Sul, rejeitaram o plano - e Rann descartou o uso de esgoto reciclado para qualquer uso exceto irrigação.
Malcolm Turnbull, o novo ministro para Meio Ambiente e Recursos Hídricos, pediu a outros Estados que tenham uma mente mais aberta sobre a questão.
"Não descarte a dessalinização porque é cara, ou a reciclagem porque soa nojenta, ou a construção de uma represa", disse Turnbull à mídia australiana.
"Coloque tudo na mesa, analise todos os custos econômicos, ambientais e financeiros e depois tome a decisão."
Sistema fluvial
Em antecipação a uma eleição no próximo ano, Howard e sua administração federal tem mostrado empenho na busca de soluções para problemas ambientais.
Howard anunciou na semana passada que o governo federal quer assumir o controle do sistema fluvial Murray-Darling - a fonte de água mais preciosa do país, responsável pela irrigação da maior parte das terras cultivadas da Austrália.
O plano controvertido seria a maior reforma do gerenciamento dos recursos hídricos da história do país.
Os quatro governos estaduais que o gerenciam são atualmente controlados pelo Partido Trabalhista, de oposição, que argumentou que as novas propostas representam um uso de poder "inaceitável" por parte do primeiro-ministro.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, depois das últimas eleições nacionais proclamou que uma “onda” esquerdista estaria varrendo a região. Entretanto, resultados de uma recente pesquisa da Corporação Latinobarómetro, realizada em 18 países latino-americanos, não refletem o panorama apresentado por Chávez e mostram uma perspectiva muito mais matizada sobre o real avanço das esquerdas, tal como se verá na continuação.
A primeira constatação de Latinobarómetro é que “a região em seu conjunto encontra-se situada no centro político, com uma média de 5,4 em uma escala de 0 a 10, na qual o 0 representa a extrema esquerda e o 10, a extrema direita”.
Outra constatação diz respeito a um grupo de países que tem a metade dos eleitores situados na direita política: Colômbia, El Salvador, República Dominicana, Honduras e Nicarágua; e outro grupo de países com metade dos eleitores no centro político e a outra metade dividida equitativamente entre esquerda e direita: México, Guatemala, Peru e Equador.
Latinobarómetro acrescenta que em todos os países “nos quais se identificaram presidentes de esquerda”, cada um dos mandatários necessitou “dos votos do centro político para serem eleitos, porque não há eleitorado de esquerda suficiente para isso”; a esquerda “paradoxalmente é muito mais fraca que a direita na região”, e não há “nenhum país que chegue a ter mais do que 34% da população à esquerda”, exceção feita ao Uruguai.
A Venezuela é considerada por Latinobarómetro como um caso “especialmente paradoxal” porque, com 33% de pessoas na direita e 40% no centro, foi eleito um presidente nitidamente de esquerda. A Nicarágua também chama a atenção de Latinobarómetro, um país onde o esquerdista Ortega foi eleito presidente, apesar de a “maioria da população não ter votado nele” e, dentro dessa maioria, “a maior parte não se encontra no centro senão na direita”.
No que diz respeito ao Brasil, existem dados que Latinobarómetro não menciona, porém que confirmam suas observações sobre a debilidade da esquerda. Antes das eleições nacionais, o presidente e candidato Lula chegou a negar publicamente que fosse “esquerdista”; e em uma de suas primeiras declarações depois de haver sido reeleito, disse que foi evoluindo para o centro, acrescentando que pessoas com cabelos brancos que continuassem na esquerda, estariam, segundo ele, “com problemas” de adaptação.
Latinobarómetro trata de explicar o paradoxo venezuelano e os demais paradoxos latino-americanos, explicando que a esquerda parece ter encontrado uma maneira de “conquistar o centro político” e, com isso, teria achado uma porta de entrada para chegar ao poder pela via eleitoral.
Não obstante, Latinoberómetro assinala que a própria palavra “esquerda” agora “é ambivalente”, porque a esquerda de hoje “não é a mesma coisa que era nos anos 60, com os contestatários revolucionários que queriam a ditadura do proletariado”. Nesse sentido, sobre os resultados eleitorais recentes “não se pode dizer que constituem um giro para a esquerda sem ao mesmo tempo esclarecer que esta esquerda é outra esquerda”.
Por fim, é sintomático que o ditador de Cuba, Fidel Castro, representante prototípico da velha esquerda, seja o líder menos popular das Américas.
Segundo Latinobarómetro, a ampla pesquisa anual que foi realizada, se se projeta estatisticamente, representaria a opinião de 400 milhões de pessoas. Suas constatações não foram impugnadas até o momento e têm a virtude de colocar em seu devido lugar o mito da “onda” esquerdista que supostamente estaria varrendo a América Latina, mostrando que a realidade latino-americana é mais matizada.
Publicado por Destaque Internacional – Informes de Conjuntura – Ano IX – nº 205 – São José da Costa Rica – 15 de dezembro de 2006 – Responsável: Javier González







NOVA YORK - A cidade de Nova York divulgou 19 telefonemas de vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001, entre elas a de um funcionário de uma companhia de segurança, cuja informação não chegou aos serviços de assistência médica por causa do colapso das comunicações, informou neste sábado (27) o jornal "The New York Times".


A conversa de Larry Boisseau, seis minutos antes da queda do edifício onde ele estava, foi a única divulgada integralmente, já que ele era um responsável pelo serviço de prevenção a incêndios. Nos outros 18 casos só foram reveladas as respostas dos operadores.
O jornal "The New York Times" e alguns parentes das vítimas obtiveram as transcrições após processos judiciais iniciados há cinco anos. Mas as conversas particulares não foram divulgadas para preservar sua intimidade.
Segundo o site do jornal, os telefonemas provam a coragem de algumas das vítimas, mas também a falta de comunicação entre os diferentes serviços de emergência, que contavam então com sistemas diferentes.
Para o "NYT", o serviço de emergência 911 não foi capaz de despachar a ordem de evacuação que poderia ter salvado vidas.
Segundo as transcrições, acrescenta o jornal, as vítimas do atentado tiveram que explicar sua situação em várias ocasiões enquanto seus telefonemas eram passados dos operadores da polícia para as equipes de atendimento médico.
Boisseau, de 36 anos, que passou grande parte daquela manhã atendendo às vítimas e salvou dezenas de crianças de uma creche no térreo do World Trade Center, deu seu último telefonema da recepção da torre sul para pedir assistência médica.
Ele disse pausadamente à operadora: "Temos feridos na entrada do edifício 2 do World Trade Center, eles precisam de assistência, estão na parte sul, as equipes não poderão chegar por esse lado, está tudo cheio de escombros".
O jornal informa que, enquanto Boisseau esperava em linha, soava o tom do telefone de emergências médicas. Finalmente o operador da polícia reconhece: "Ninguém atende".
O operador encerra a comunicação desejando boa sorte, instantes antes do colapso do edifício.




Rarará! São Paulo foi fundada há 453 anos e afundada pelo buraco!
BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta!
Sabe quem abriu o SP Fashion Bicha? O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Ops, KASSAMBA. E a piada que corria era: ele vai levar a moda pro buraco!
Rarará! Kassamba quer levar a moda pro buraco!
E mais uma notícia sobre a Riolência: bandidos fantasiados de policiais assaltam pedágio.
Só que assaltar pedágio não é roubo, é restituição.
Rarará! E hoje estamos no feriadão da Afundação de São Paulo! São Paulo foi fundada há 453 anos e afundada pelo buraco.
E desde menino eu escuto: "São Paulo não pode parar, São Paulo não pode parar". São Paulo não pode parar porque não tem estacionamento!
E São Paulo é a capital da gastronomia: todo mundo come todo mundo!
E carro devia pagar IPTU, bem imóvel. Passa o dia engarrafado!
E a cidade tá vazia!
Paulistano gosta tanto de São Paulo que comemora o aniversário longe da cidade.
Paulistano é assim: passa o tempo todo reclamando: "Tô estressado, tô estressado, preciso viajar". Aí vai viajar e estressa todo mundo. Rarará.
Se a comida demora: "Tá vendo, se fosse em São Paulo, a comida já teria chegado". Se fura o pneu: "Se fosse em São Paulo, o borracheiro já teria chegado". E já teria mesmo.
E só em São Paulo que chega carteiro em segunda-feira de Carnaval. Rarará.
O bom de São Paulo, isso eu repito sempre, é que tem 879 peças, 420 filmes, 80 shows e você grita: "OBA! Vou ficar em casa!".
Ou seja, você fica em casa por opção. E não por falta de opção!
É mole? É mole, mas sobe! Ou, como diz o outro: é mole, mas chacoalha pra ver o que acontece.
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês".
Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês.
É que em Porto Alegre tem um drive-in chamado Fast Food!
Uau! Mais direto, impossível. Viva o antitucanês.
Viva o Brasil!
E atenção. Cartilha do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. "Docente": companheiro viciado em doce!
O lulês é mais fácil que o inglês. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje, só amanhã.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!Nóis capota mais num breca!!!




A atual legislatura da Câmara dos Deputados encerra o mandato em 31 de janeiro deste ano, mas deixa a Casa como uma das mais "criativas" da história. Parlamentares apresentaram projetos que vão desde a instituição dos dias da Verdade e da Esperança à transformação do suco de laranja em bebida oficial nas recepções, eventos e festas promovidas pelo governo.
Infográfico: Veja relação de onze projetos "criativos" apresentados na Câmara
Participe: Qual projeto você gostaria que seu deputado apresentasse?
Outros projetos instituíam o “fornecimento de colete à prova de balas para jornalistas”, o “Dia do Sono”, o “Dia Nacional do Macarrão”, a substituição da palavra estupro pela expressão “assalto sexual”, a criação de vagas para deputados no exterior e a transformação da leitura da Bíblia em disciplina nas séries do ensino fundamental.
Um dos campeões de projetos desse gênero foi o deputado Elimar Máximo Damasceno (Prona-SP). Ele se elegeu em 2002 com apenas 484 votos -- ficou com uma das 70 vagas de São Paulo na Câmara graças à votação recorde de Enéas Carneiro (Prona-SP), que teve mais 1,5 milhão de votos. Acabou eleito pela regra do coeficiente partidário, que atribui as vagas na Câmara à votação total obtida pelo partido.
Foi Damasceno quem apresentou projetos propondo a instituição de 1º de outubro como “Dia Nacional da Verdade”, 31 de dezembro como “Dia da Esperança”, 7 de janeiro como “Dia Nacional da Gratidão” e 4 de outubro como “Dia Nacional da Caridade”.
Ao justificar a criação do “Dia da Verdade”, Damasceno afirmou: “Uma sociedade só pode manter-se e desenvolver-se baseada em sólidos princípios de conduta ética, cujo pilar básico é a verdade. A história da própria humanidade é uma trajetória na busca da verdade”.
Já para criar o “Dia da Esperança”, o deputado justificou:
“No mundo de hoje, tão conturbado por atos de violência de todos os tipos, mais do que nunca é preciso cultivar a esperança... Para acreditar num mundo melhor precisamos de fé e de esperança.”
Entre outros projetos esdrúxulos propostos pelo deputado do Prona-SP estavam o que tornava “contravenção penal o beijo lascivo entre pessoas do mesmo sexo em
público” e o que proibia a “mudança de prenome em casos de transexualismo”.
Além disso, Damasceno apresentou diversos projetos de lei para inclusão de nomes no livro dos Heróis da Pátria. Entre eles, destacam-se Padre José de Anchieta, General Osório, Heitor Villa–Lobos, Ana Nery, Carlos Gomes, Osvaldo Cruz e Vital Brazil.
Das proposições curiosas do deputado do Prona, muitas foram arquivadas, como os projetos que tornavam “contravenção penal o beijo lascivo” e os que instituíam o “Dia Nacional da Gratidão” e o “Dia Nacional da Caridade”, enquanto outros estão parados na Câmara.
O deputado Orlando Fantazzini (PSOL-SP), por sua vez, apresentou projeto de lei complementar que estabelecia um “número de vagas para deputados federais como representantes de brasileiros residentes no exterior”.
Na justificativa, Fantazzini escreveu: “Esse projeto tem por objetivo reconhecer e regulamentar o direito dessa população de participar das eleições proporcionais, elegendo representantes próprios que residem nos diversos continentes".
O parecer do relator, deputado Rubens Otoni (PT
-GO), foi pela inconstitucionalidade do projeto de Fantazzini. Como argumento, o petista destacou que apenas “unidades federativas estão aptas a enviar representantes para a Câmara”.
Mulher do senador Edison Lobão (PFL
-MA), a deputada Nice Lobão (PFL-MA) apresentou projeto de lei que tornaria obrigatório o fornecimento pelas empresas de comunicação “de colete à prova de balas para jornalistas”.
A proposta para transformar “o suco de laranja como bebida oficial nas recepções, eventos e festas promovidas pelo governo brasileiro” foi apresentada pelo deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP).
O petebista justificou na apresentação: “Apesar de simbólica, a inclusão do suco de laranja terá um efeito importante para toda a população brasileira, principalmente pelos benefícios à saúde humana e servirá como um marketing para o incremento do consumo interno do suco de laranja.”
O parecer do relator, Sigmaringa Seixas (PT-DF), foi pela rejeição, considerando inconstitucional o projeto. Na justificativa, Seixas afirmou que o projeto ia contra os princípios constitucionais da liberdade, da livre iniciativa e da igualdade.
Foi de autoria do deputado Carlos Nader (PL–RJ) a proposição que obrigava “todas as lanchonetes, redes de fast food e assemelhados a informarem as calorias presentes nos alimentos vendidos”. O projeto, porém, acabou arquivado.
Nader também apresentou o projeto de lei que tornava “obrigatórios o hasteamento da Bandeira e a execução do Hino Nacional” nos estabelecimentos de ensino, ensino médio, ensino fundamental.
“Essa conduta cívica trará de volta a reverência aos símbolos nacionais, que acenderão no coração de nossos estudantes a fagulha do amor à Pátria, do qual se distanciam por falta de incentivo”,
defendeu Nader ao justificar a necessidade de tal projeto. A proposta também acabou arquivada.
Como o ser humano passa quase um terço da vida dormindo, coube ao deputado Lincoln Portela (PL-MG) apresentar um projeto que instituía a data de 6 de abril como o “Dia Nacional do Sono”. Como era de se esperar, a proposição acabou arquivada.
Em sua justificativa, Portela destacou: “Com a instituição do 'Dia Nacional do Sono', pretendemos sensibilizar diferentes setores da sociedade brasileira para a relação entre sono e qualidade de vida, bem como para o desempenho humano no trabalho, na escola e nas relações sociais de modo geral.”

Outro deputado do PL, Maurício Rabelo (TO), apresentou proposta para que a leitura da Bíblia passasse a vigorar como “disciplina dos horários normais em todas as séries do ensino fundamental”.
“A Bíblia ocupa um lugar insuperável na literatura mundial... Ocorre que a Bíblia é de difícil leitura e compreensão... O nosso propósito é, precisamente, ajudar o estudante brasileiro a adquirir essas habilidades”, frisou Rabelo no projeto de lei, outro arquivado.
O deputado Celso Russomanno (PP-SP) entrou com um projeto para alterar a palavra estupro pela expressão "assalto sexual". A proposição do deputado paulista está parada na Câmara, aguardando designação de relator.
Na justificativa, Russomanno destacou: “o termo ‘estupro’ traz consigo inegável carga de constrangimento, violência, depreciação e mal estar moral, sentimentos negativos que foram associados à expressão ao longo de sua utilização”.
Os advogados do juiz aposentado Nicolau dos Santos Netos apresentaram nesta quinta-feira (25) pedido de habeas corpus no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, em São Paulo, para que ele volte a cumprir a pena em prisão domiciliar.
Nicolau está preso desde quarta-feira (24) na carceragem da Polícia Federal, em São Paulo. A expectativa é de que ele seja transferido nos próximos dias para um estabelecimento prisional. A ordem de prisão foi dada pela juíza Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Federal.
Condenado a 26 anos de prisão pelo desvio de R$ 170 milhões da construção do Fórum Trabalhista de São Paulo, Nicolau cumpria prisão domiciliar desde 2003, mas foi preso na última quarta-feira (24) e levado para carceragem da Polícia Federal.
A defesa de Nicolau argumentou que Nicolau, de 78 anos, apresenta grave estado de saúde, e que seus advogados não foram informados previamente do pedido de prisão feito à Justiça Federal pelo Ministério Público Federal.
Desde julho de 2003, o STJ havia determinado que o juiz deveria cumprir prisão preventiva em regime domiciliar. Ele permanecia sob escolta federal durante 24 horas. A defesa de Nicolau alega que problemas de saúde impediriam que ele ficasse em uma penitenciária.
A prisão preventiva tinha como justificativa a garantia da ordem pública. Mas em 19 de dezembro de 2006, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP e MS) determinou que fosse iniciado o cumprimento da pena. Na sexta-feira (19), o procurador da República Roberto Antonio Dassié Diana requereu o regime fechado. Ele argumentou que a legislação não admite o cumprimento da sentença em prisão domiciliar.
"Seria o único caso na Justiça Federal da Capital de um preso condenado à pena privativa de liberdade, em regime fechado, ao qual seria concedida prisão em domicílio, e sob a vigilância da Polícia Federal", afirmou o procurador autor do pedido de prisão.
Um dia antes da prescrição das acusações, em 3 de maio de 2006, o Tribunal Regional Federal condenou o juiz aposentado a 26 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de desvio de verbas, estelionato e corrupção.
As irregularidades foram cometidas durante a construção do Fórum Trabalhista, na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. No período em que Nicolau dos Santos era o responsável pela obra, entre 1993 e 1998, foram desviados cerca de R$ 170 milhões. Em junho de 1998, foi ajuizado contra ele uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa e, em setembro do mesmo ano, foi afastado da comissão de obras do tribunal.
Nicolau chegou a ser acusado também de formação de quadrilha, mas o crime já havia prescrito para o juiz aposentado. A sentença do TRF em maio reformou sentença dada em primeira instância.
A nova decisão condenou pelos mesmo crimes de Nicolau os dois são sócios da construtora Incal: os empresários Fábio Monteiro de Barros e José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz receberam, respectivamente, penas de 31 e 27 anos. O ex-senador e empresário Luiz Estevão de Oliveira recebeu pena de 31 anos. Os três foram condenados também por formação de quadrilha e falsidade ideológica.







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Um sonho que certamente todo cidadão tem é ganhar na loteria. O que muitos não sabem é como funciona a distribuição do prêmio. Ao jogar, em qualquer uma das modalidades, o apostador nem imagina qual a parcela que de fato representa o seu tão sonhado prêmio. É evidente que os valores dos prêmios são em sua maioria altos, porém, a quantia bruta arrecadada chega a ser até 72 % maior que o prêmio líquido pago aos ganhadores. Quem torceu para virar o ano milionário se desiludiu. Mais uma vez a Mega-Sena acumulou e os apostadores nem sequer começaram o ano com o pé direito. O novo sorteio acontece na próxima quarta-feira (10), e caso não acumule novamente, pagará ao felizardo ou felizardos, a quantia estimada em R$ 50 milhões. Se o prêmio de fato for pago, ou seja, se a bolada sair nesta quarta, o governo federal também terá motivos para comemorar. Isso porque ele e as outras entidades legalmente beneficiadas ganharão, conforme distribuição prescrita pela Caixa, o equivalente aos mesmos R$ 50 milhões. A Caixa Econômica Federal, responsável pela Loteria Federal, deixa claro quais foram as arrecadações e quanto foi repassado ao governo federal e entidades não governamentais. O problema é que poucos têm idéia disso. São repasses altos que representam em vários casos cerca de até 40 % do valor bruto. Ou seja, sobra para o pagamento do prêmio, até 60 %, sem descontar o Imposto de Renda e outros. O que nunca acontece por conta dos abatimentos. A arrecadação é cada vez maior. De 1997 para 2005 houve um aumento significativo de quase 300%. Só em 2005 foram arrecadados R$ 4,3 bilhões e repassados em benefícios R$ 2 bilhões. Nos últimos nove anos o total foi de R$ 13 bilhões ao governo federal. O que exemplifica os quase 50 %, já que o global arrecadado nestes anos, somando todas as loterias, foi de R$ 26,7 bilhões. Os cálculos são complicados e as tabelas até confundem os leigos no assunto. A distribuição da arrecadação da loteria é bastante complexa. São nove as modalidades de loteria: Loteca, Mega-Sena, Lotofácil, Loteria Federal, Lotogol, Lotomania, Quina, Loteria Instantânea e Dupla Sena. A Mega-Sena é um dos exemplos onde o prêmio líquido é de 32,2 % do total e os repasses aos beneficiários são de 34%, isso já descontando as despesas com custeio e manutenção de serviços. No cálculo que diz respeito ao governo federal, já estão inclusos aqui, os 5 % distribuídos entre os Comitês Olímpico e Paraolímpico Brasileiro e o Fundo Nacional da Cultura. Existe uma variação entre as outras modalidades. Das nove, apenas a Loteria Federal oferece o prêmio no valor de 45,5 % líquido do total arrecadado. O restante fica entre 28 % e 32,2 %. Os repasses é claro, também variam. Ficam entre 15%, 34 % e até 40%. A questão é que o maior premiado é sempre o governo federal, partindo do princípio que na maioria dos casos, seus benefícios em valores são mais altos que os do próprio contemplado. Para ‘apimentar’ ainda mais a discussão a respeito do choque entre Cultura e Esporte, nota-se que os repasses ao Esporte pela loteria é de fato maior que os da Cultura. Só em 2006, o Esporte, incluindo comitês e Ministério, além de clubes de futebol, recebeu R$ 244,4 milhões, enquanto que para o Fundo Nacional de Cultura foram R$ 110,3 milhões. Segundo o site da Caixa Econômica Federal (Loterias), que expõe as tabelas de arrecadações e repasses, cada vez que um jogador aposta, ele está contribuindo para o desenvolvimento social. No caso do esporte nacional os valores recebidos da Loteria são mais um incentivo. A Seguridade Social também recebe e garante os benefícios previdenciários aos cidadãos, além do Programa de Financiamento Estudantil (FIES), que possibilita aos estudantes de baixa renda a oportunidade de fazer um curso superior e a conquistar melhores oportunidades no mercado de trabalho. No caso da Cultura, a preservação, o desenvolvimento e a divulgação da riqueza cultural do Brasil, são as prioridades. O Fundo Penitenciário Nacional (FPN) não fica de fora e recebe para investir na segurança dos cidadãos. Caroline Bellaguarda Do Contas Abertas | ||||
Consulados e embaixadas brasileiras no exterior deixaram de emitir passaportes nos últimos dias. O motivo: falta de papel.
Ana Cristina Chaer e Daniel Buarque Do G1, em São Paulo


Segundo o Itamaraty, o problema atingiu todos os postos consulares brasileiros no mundo, mas foi sentido com mais intensidade em alguns. O maior problema, segundo o Itamaraty, foi em alguns consulados dos Estados Unidos, que têm uma demanda maior.
A falta de material para emissão de passaportes foi sentida em
Já a assessoria de imprensa do Itamaraty disse que situação está se regularizando aos poucos, e nem chegou a ser sentida em muitos consulados, que normalmente têm reserva de passaportes para emissão.
O problema, segundo o Itamaraty, foi que a Polícia Federal, que tem a responsabilidade de fornecer o material para emissão de passaportes ao órgão, não repassou o papel como deveria.
Questionada pela reportagem do G1, a assessoria da Polícia Federal disse não saber de nenhum problema específico de repasse de material para passaportes ao Itamaraty, e que é responsabilidade do Itamaraty solicitar o material quando necessário.
A reportagem do G1 entrou em contato com os consulados brasileiros em Nova York e em Buenos Aires, que informaram estar emitindo passaportes normalmente. Na de Buenos Aires, o atendente sugeriu ao repórter que as pessoas interessadas em fazer um passaporte novo fossem o mais rápido possível resolver a renovação, mas não especificou se poderia haver problemas de falta de papel.
Clique aqui para ver um infográfico sobre o novo passaporte brasileiro.




Na era da informação instantânea, o futuro vai se insinuando com tal rapidez que o agora está prestes a ser incorporado à Idade da Pedra Lascada. Pesquisa realizada pelo Ibope/NetRatings revela que um número crescente de brasileiros desperdiça o presente pendurado à rede mundial de computadores.
Considerando-se apenas os internautas que utilizam computadores em suas residências, o tempo médio de navegação mensal é de 21h39min por pessoa. O dado refere-se a dezembro de 2006. Supera o indicador do mês anterior em 8%. Não é pouca coisa.
Entre os dez países que mantém a mesma metodologia de medição, o Brasil é o que mantém o maior tempo médio de navegação. Está à frente de Espanha, Japão, Reino Unido, EUA, Austrália, França, Alemanha, Suíça e Itália.
"Foi o oitavo mês seguido em que o tempo por usuário residencial no Brasil ficou acima das 20h mensais e a primeira vez que passou das 21h", disse o analista José Calazans, do Ibope.
2006 foi um ano de recordes para a internet residencial brasileira, informa o Ibope. Além de consolidar-se na liderança do rempo de navegação, o número de usuários mensais da internet ultrapassou a casa das 14 milhões de pessoas, 18% a mais do que fora registrado um ano antes, em dezembro de 2005.
É crescente o número de pessoas que recorrem à internet no Brasil para farejar bens de consumo. Mais da metade dos internautas visitaram sítios de comércio eletrônico em dezembro de 2006. Não se sabe quantos efetivaram alguma operação de compra.
Vem dos EUA um outro dado alvissareiro ou catastrófico, dependendo do ponto de vista. Pesquisa do instituto Nielsen revela que o número de visitantes dos blogs atingiu a impressionante marca de 3,8 milhões de internautas. Lá, os blogs respondem por 13% das visitas feitas a sítios estacionados na rede. Um acréscimo se 4% em relação ao ano passado.
Outra pesquisa feita nos EUA pelo Pew Internet & American Life Projet informa que cresce o número de pessoas que utilizam a internet como fonte de informação política. Comparou-se o consumo de informações relativas às eleições legislativas de 2006 com o pleito de 2002. Entre os norte-americanos adultos, 15% disseram que se valeram da internet como principal meio de informações sobre a campanha eleitoral do ano passado. Em 2002, o percentual fora de 7%.
O crescente interesse pela internet tonifica o movimento da publicidade rumo ao cristal líquido. Na Europa, informa pesquisa do eMarketer, prevê-se que o investimento publicitário na rede mundial de computadores será, em 2007, de US$ 7,5 bilhões. A cifra é 25% mais robusta do que a registrada no ano passado. Estima-se que até 2010, a internet responderá por algo como 9,4% dos investimentos publicitários.
Ele alegou que usava a armas para se defender, mas a hipótese foi descartada pela polícia. Apesar da suspeita de tráfico de armas, por enquanto ele deverá responder inquérito apenas por posse ilegal de armas. Se condenado, o deficiente visual pode pegar de três a seis anos de prisão.
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| Reprodução |
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| Foto divulgada pela polícia de Palm Beach, nos EUA |






Os milionários dos próximos anos virão cada vez mais de países emergentes (como o Brasil) e serão cada vez mais jovens. Esse é o perfil traçado pelos gestores de fortunas na Suíça, especializados há séculos em administrar os recursos de milionários de todo o mundo.
Segundo dados do Credit Suisse, um dos maiores bancos do mundo, o volume de dinheiro nas mãos desse grupo de pessoas privilegiadas e com contas correntes com mais de US$ 1 milhão cresceu mais de 100% em apenas dez anos.
De acordo com os cálculos, esse grupo tem mais de US$ 33 trilhões em suas mãos hoje, ante US$ 16 trilhões em 1996.Os estoques de recursos com essa parcela da população mundial vêm aumentando em média 8% ao ano por mais de uma década, e os bancos não têm sinais de que isso irá mudar.
Diante do fenômeno,vários bancos suíços já abriram escritórios em Xangai.O Brasil também tem sido alvo de atenção dos bancos de Genebra e Zurique, que estão ampliando cada vez mais seus departamentos especializados nos mercados latino-americanos. Em 2005 e 2006, três bancos entre eles o UBS e o Credit Suisse , fortaleceram suas posições no Brasil, em busca desses novos milionários e de oportunidades de investimentos.
A nova tendência,porém,não se limita à acumulação cada vez maior de recursos.Um crescente número de milionários está surgindo nos países em desenvolvimento. Para o presidente do Credit Suisse, Walter Kielholz, o "motor de crescimento" do setor de private banking nos próximos anos será a Ásia e América Latina. Nos últimos três anos, as maiores taxas de crescimento do setor foram verificadas na Coréia do Sul, Índia e Rússia.
Outro fator que vem chamando a atenção dos banqueiros é o fato de que volumosos recursos serão transferidos nos próximos anos. Com a geração "baby boom" (nascida após a 2ª Guerra Mundial) atingindo a idade de aposentadoria, a transferência de riqueza deverá chegar a US$ 40 trilhões nos próximos anos.
COMENTÁRIO:
Me engana que eu gosto!Esqueceram de traçar o perfil do brasileiro pobre,pois sómente a casta privilegiada
os 10% detentores da fortuna nacional,políticos e empresários que tem conta na Suiça.Vide o sepultamento da vítima do buraco do metrô.Quase ficou insepulto,pois seu caixão era de luxo.De resto nada vai mudar...





BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta!
Estilista Ronaldo Esper preso roubando vaso em cemitério. Que bagaça! E estilista nada. Quem tem estilo não vai roubar cemitério de Fusca!
E ainda bota os vasos numa sacola bagaça. Podia ser ao menos uma Vuitton de camelô! Merece uma agulhada. Rarará!
E ele fala tanto das celebridades que vestem roupa igual e rouba justamente um "par de vasos"? Agulhada! E de tanto dar agulhadas nos vivos ele vai levar agulhadas do além. Pior, ele foi preso com uma camisa listada. Já estava de uniforme? Rarará!
E ainda alegou que o túmulo era da tia. Pior, quem dá elza em túmulo de tia fica pra sempre com prisão de ventre! E será que ele foi buscar inspiração para vestir a Noiva Cadáver?! Ou a filha do Zé do Caixão?! Rarará!
E o que ele ia fazer com os dois vasos? Em um ele fazia as necessidades e no outro ele enfiava a cara. Rarará!
Que piada! Nem todo Esper sabe ser esperto!
E essa: "Tornozeleira eletrônica vai rastrear casal da Renascer 24 horas por dia". Tô adorando a bispa Sônia de tornozeleira eletrônica.
Espero que seja uma tornozeleira da Gucci! Tornozeleira Dolce & Gabbana. Ela devia customizar essa tornozeleira. Escrever em strass: "Deus é fiel!". "Monitorada por Deus!" "Enriquecer em Cristo!" E toda vez que ela começar a cantar, a tornozeleira dá choque! Rarará!
Enfim, estão sendo rastreados por Deus e pela polícia americana! E como diz um amigo meu: "Se a moda pega, minha namorada vai querer comprar uma pra mim". Rarará!
É mole? É mole, mas sobe! Ou como diz o outro: é mole, mas se provocar, ressuscita!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha vulcânica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Atibaia tem uma loja chamada Vó Conga, Artigos Religiosos e Sex Shop. Rarará. Essa Vó Conga deve ser do babado! Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. "Fast food": companheiro que dá uma rapidinha! Rarará! O lulês é mais fácil que o inglês. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã. Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno.
E vai indo que eu não vou! Nóis capota mais num breca!!!





Um dos pontos do plano de crescimento que geraram reação mais imediata é o que promete mexer com o Fundo de Garantia. Os trabalhadores vão poder aplicar dinheiro do em novas áreas de investimento. O governo garante que não há motivo para preocupação.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que, em um momento de queda nas taxas de juros, uma aplicação como essa pode trazer ganhos para o trabalhador.
"Cada vez mais vai ser bastante atrativo, até para o próprio fundo [de Garantia], que ele tenha os retornos que esses investimentos propiciarão. Até porque a renda fixa vai tender a cair", disse a ministra em entrevista ao programa Bom Dia Brasil.
"Vai ser uma alternativa muito atrativa para o trabalhador poder investir a longo prazo em projetos que terão, eu acredito, as melhores taxas de retorno", disse a ministra.
Ela afirmou que esse investimento terá isenção de impostos e regras de governança que vão garantir a transparência na aplicação do dinheiro, inclusive com acompanhamento do Conselho Curador do FGTS. O conselho é responsável por estabelecer diretrizes e os programas para a utilização dos recursos do Fundo.
"Esses fundos vão ter vários atrativos e também muita segurança. O principal atrativo é a redução do Imposto de Renda. A segurança é o fato de que ele vai ser gerido de acordo com regras de governança extremamente transparentes."
O subsídio que o governo havia anunciado para aquisição da casa própria por trabalhadores de baixa renda ficou de fora do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), mas o uso de recursos do FGTS para financiar obras de infra-estrutura com risco para o patrimônio do trabalhador foi incluído e pode atingir R$ 17 bilhões.O governo também permitirá que os trabalhadores usem até 10% do dinheiro depositado em suas contas do Fundo nos setores de energia, rodovia, ferrovia, porto e saneamento, como ocorreu com a Petrobras e a Vale do Rio Doce. Essas aplicações serão isentas do pagamento do IR (Imposto de Renda).


Kwispelbier, divulgada como "uma cerveja para o seu melhor amigo", é feita de um extrato especial de carne e malte.
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A cerveja 'do melhor amigo do
homem' |
A bebida foi criada pela dona de loja de animais Gerrie Berendsen, que queria que seu animal de estimação pudesse compartilhar de um refresco no final de uma atividade conjunta.
A cerveja é não-alcoólica e é apta para o consumo humano. Mas ela custa quatro
vezes mais do que uma Heineken.
"Kwispel" é holandês para "abanar o rabo".
Berendsen, que vive em Zelhem, no leste do país, encomendou a cerveja em uma pequena cervejaria local chamada Schelde.
"Uma vez por ano vamos à Áustria caçar com nosso cães, e, no final do dia ficamos na varanda bebendo cerveja. Achamos que o nosso cachorro também merecia uma", disse Berendsen à agência de notícias Associated Press.
O núncio apostólico em Assunção distribuiu nesta terça-feira cópias de uma carta entregue a Lugo na semana passada exigindo que ele desista do plano.
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| Lugo diz que não renunciará às suas ambições políticas |
O bispo anunciou na segunda-feira que estava deixando a batina para liderar uma aliança de oposição ao atual presidente, Nicanor Duarte, nas eleições de 2008, e as mais recentes pesquisas de opinião lhe dão ampla vantagem na disputa.
A carta divulgada nesta terça-feira diz que a Santa Sé "tomou conhecimento com surpresa" dos planos de Lugo de concorrer nas eleições presidenciais de maio de 2008.
"O senhor sabe bem que o cânone 285 3 do C.I.C (Catecismo da Igreja Católica) proíbe os clérigos de assumir ofícios públicos que impliquem uma participação no exercício do poder civil, seja exercendo na função legislativa, executiva ou judicial."
Lugo já disse que o papa Bento 16 pode aceitar a sua decisão ou puni-lo, mas deixou claro que não renunciará às suas ambições políticas.
"Temos que pôr um ponto final e definitivo a esta longa história de exclusão. É necessário devolver ao povo toda a soberania e todo o poder", disse o ex-bispo que tentará derrotar o Partido Colorado que governa o Paraguai desde 1947.
Polêmica nacional
Políticos governistas foram rápidos em endossar a condenação do Vaticano.
"Lugo vai ter muitas decepções porque exercendo um cargo clerical ele era um líder integrador e agora vai ser um líder sectário que vai gerar várias divisões na República", disse o senador Silvio Ovelar.
A pré-candidatura do ex-bispo também provocou reações negativas no mundo empresarial.
O representante da União Industrial, Gustavo Volpe, insinuou que Lugo poderia receber ajuda financeira do presidente venezuelano, Hugo Chávez, e advertiu que "a nacionalização é a moda na América Latina e é muito provável que ocorra (num eventual governo de Lugo)".
Políticos de diferentes partidos de oposição, no entanto, estão se unindo em torno do ex-bispo.
Para o presidente do Congresso e do partido UNACE, senador Enrique González Quintana, a entrada de Lugo na política é "necessária e oportuna".

O vôo partiu do Aeroporto Intercontinental George Bush, em Houston (Texas), às 11h30 (15h30 pelo horário de Brasília) de ontem, e tinha como destino Puerto Vallarta, no México.

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Pode parecer incrível, mas é fato. As informações orçamentárias demonstram a importância da informática na administração pública federal, superando, inclusive, os dispêndios com investimentos de alguns ministérios. De fato, o Governo Federal disponibiliza mais recursos de investimentos à informática, por exemplo, do que investe no Ministério da Saúde, setor carente e problemático no país. Em 2006, o governo liquidou (reconhecimento por parte da Administração Financeira que o bem foi entregue ou que o serviço foi prestado) R$ 2,7 bilhões com material de consumo, equipamentos permanentes e terceirizações de serviços relacionados à informática. Enquanto isso, na Saúde, liquidou R$ 2,2 bilhões em investimentos, de acordo com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), atualizados até 31 de dezembro. *Veja no fim da matéria a definição legal de investimento. Quando comparada com outras pastas, a diferença também é grande. Somados, os investimentos liquidados dos Ministérios da Justiça, Educação, Esporte, Cultura e Meio Ambiente equivalem a R$ 2,4 bilhões, isto é, R$ 260,7 milhões a menos do que os gastos da União com informática. O único que investiu mais, em valores liquidados, foi o Ministério dos Transportes, com R$ 5 bilhões. Clique aqui para ver os investimentos por ministério em 2006. ![]() Desde 2001, o valor executado na área da informática mantém-se regular. No último ano de governo de FHC, foram executados no setor R$ 2,8 bilhões. A média anual, entre 2001 e 2006, em valores liquidados, é de R$ 2,6 bilhões. Esse dinheiro serve para comprar e locar softwares, adquirir e manter equipamentos de processamento de dados, serviços terceirizados e despesas de teleprocessamento. A rubrica que mais gasta, desde 2001, é a denominada “serviço de processamento de dados”. Em 2006, foi liquidado o valor de R$ 1,8 bilhão. Clique aqui para ver uma tabela dos gastos da União com informática de 2001 a 2006. O Contas Abertas entrou em contato com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para comentar sobre a importância atual da informática na administração pública federal. Até o fechamento da matéria, não houve resposta. Investimento - Classificação de Despesa de Capital que compreende os gastos para planejamento e execução de obras, inclusive os destinados à aquisição de imóveis considerados necessários à realização dessas últimas, assim como para os programas especiais de trabalho, aquisição de instalações, equipamentos e material permanente e constituição ou aumento do capital de empresas que não sejam de caráter comercial ou financeiro (art. 12, § 4º, Lei 4.320/64). Leandro Kleber Do Contas Abertas ![]() | ||||
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A morte misteriosa de Samora Machel
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Na sua habitual mensagem no semanário do ANC, o Presidente Thabo Mbeki prestou tributo a Samora Machel, descrevendo o pai da independência moçambicana como "um gigante da Revolução Africana".
Contudo, o Presidente Mbeki diz que uma questão continua sem respostas terá sido o regime de apartheid responsável pelas trágicas mortes de Machel e de 34 outros passageiros quando a sua aeronave se despenhou em Mbuzini?
O ministro sul-africano dos Negócios Estrangeiros na altura era Pik Botha. Ele foi um dos primeiros membros do governo a chegar ao local do acidente.
Hoje, recordando o que se passou na altura, Botha diz que se tratou de um dos piores dias da sua vida.
"O local era absolutamente chocante. Havia corpos e de pedaços de fuselagem espalhados por toda a parte. Pedi que me mostrassem o corpo que a polícia pensava ser do Presidente moçambicano".
"Eles abriram um saco mortuário. O fecho fez um ruído terrível. Eu conhecia muito bem Samora Machel. Imediatamente reconheci-lhe o rosto, apesar mesmo do seu crânio estar muito danificado".
Mísseis
Os meses que antecederam o acidente foram de crescentes tensões na África Austral. A guerra civil em Moçambique estava piorando.
A África do Sul renegara o Acordo de Nkomati, um pacto de não-agressão assinado em 1984 com Maputo.
Moçambique manteve o seu lado do acordo, forçando os exilados do ANC a deixar o país. Mas Pretória, cedo, reatou o seu apoio aos rebeldes da Renamo que combatiam o governo da Frelimo.
Entretanto, o Malawi começou a colaborar com o regime de apartheid, ajudando a Renamo.
A situação agravou-se ainda mais quando o Presidente Machel ameaçou colocar mísseis na sua fronteira com o Malawi.
Dan Moyane, um jornalista sul-africano que trabalhou em Moçambique nos anos 80, havia inicialmente recebido um convite para viajar para a cimeira da Zâmbia no avião de Samora Machel.
Contudo, ele foi excluido à última da hora, porque a delegação governamental moçambicana tinha mais integrantes do que se esperava.
Moyane lembra-se do choque que sentiu quando ouviu as primeiras notícias sobre a queda do avião e a morte de Samora Machel.
"Havia um silêncio absoluto em Maputo. As pessoas não queriam acreditar. Depois começámos a fazer perguntas quem mais estava no avião? Quem não viajara?"
Golpe baixo?
A Comissão de inquérito nomeada pelo governo da África do Sul, e chefiada pelo juiz Margo, concluiu que a culpa pelo acidente era da tripulação soviética.
Mas, em Moçambique, esta conclusão não acabou com as suspeitas de que se tratara de um golpe baixo dos sul-africanos.
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| Graça, a viúva de Samora Machel, casou-se depois com Mandela |
Em 1998, a Comissão para a Verdade e Reconciliação da África do Sul abriu uma investigação especial à morte de Samora Machel.
Contudo, não foi capaz de chegar a uma conclusão definitiva e disse que várias questões haviam sido levantadas incluindo a possibilidade de uso de um farol falso para atrair o avião para o local onde se despenhou.
Abdul Minty, o Director-Geral Adjunto do Ministério sul-africano dos Negócios Estrangeiros que durante 3 décadas militou no Movimento Anti-Apartheid da Grã-Bretanha prestou declarações à Comissão para a Verdade e Reconciliação, e continua convencido de que o despenhamento foi causado por um farol falso.
"Pelas investigações que fiz, entendo que foi usado um instrumento eletronico para dar aos pilotos informação falsa sobre os mapas e a região", diz Minty.
"Esse instrumento eletronico podia ser transportado numa mochila ou colocado em qualquer parte no terreno. A minha interpretação é que isso teria confundido os pilotos, desviando-os para as montanhas".
O avião fazia a sua aproximação de Maputo, mas desviou-se da rota que devia seguir e caiu em território sul-africano, a algumas centenas de metros da fronteira com Moçambique.
Pik Botha diz que a questão do farol falso foi especificamente investigada e que se descobrira que, tecnicamente, era impossível que tivesse ocorrido.
Ele diz não haver quaisquer provas que sugiram outra coisa que não erro de pilotagem como a causa do acidente.
Mas, apesar de chegar a conclusões distintas das de Abdul Minty, os dois homens concordam com a necessidade da nova investigação ordenada pelas autoridades sul-africanas para resolver a questão de uma vez por todas.
"O povo de Moçambique, incluindo Graça Machel e a sua família, precisam de saber o que foi que se passou", diz Abdul Minty.
"Nós, os da luta anti-apartheid, precisamos de saber. Faz parte da nossa história e, por isso, é extremamente importante que se estabeleça a verdade".
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Segundo o professor Giuseppe Pallanti, autor de um livro sobre a obra, publicado no ano passado, Mona Lisa era casada com Francesco del Giocondo, um rico comerciante florentino, e por isso também ficou conhecida como “Gioconda”.
“Pela primeira vez encontramos documentos que comprovam que a família Da Vinci e a família Giocondo se freqüentavam”, afirmou Pallanti, ao anunciar sua descoberta em Florença.
Foi graças a documentos do Arquivo Municipal da cidade que ele conseguiu reconstruir a vida da “musa” de Da Vinci.
Mãe
Segundo Pallanti, Mona Lisa estaria enterrada no convento de Santa Úrsula, localizado no centro de Florença, na Itália.
Ela teria nascido em Florença em 1479 e morrido no dia 15 de julho de 1542.
A pesquisa de Pallanti mostra que a mulher do sorriso enigmático teria vivido entre Florença e a região do Chianti, famosa pela produção de vinho.
Com base nas informações existentes atualmente, Mona Lisa foi retratada quando tinha 25 anos de idade, depois de ela ter dado à luz o segundo de seus cinco filhos.
Dúvidas
Os estudos de Giuseppe Pallanti confirmariam a tese de Giorgio Vasari, estudioso de artistas florentinos, segundo a qual Mona Lisa teria realmente existido.
Essa tese foi colocada em dúvida no início do século 20, após o furto do quadro de Da Vinci, em agosto de 1911. Naquela época, chegou a ser cogitada a hipótese de que a obra poderia ser uma espécie de auto-retrato do próprio mestre.
Entretanto, há quem discorde das afirmações de Pallanti.
O diretor do Museu Ideal Leonardo da Vinci, Alessandro Vezzosi, é um deles.
Segundo ele, Mona Lisa era amante de Giuliano Medici, que teria encomendado o quadro.
Objeto de estudos
Leonardo da Vinci começou a obra em 1503, mas ela ficou pronta três anos mais tarde, depois de várias interrupções.
A Mona Lisa original está exposta no Museu do Louvre, em Paris, e segue sendo objeto de pesquisas em todo o mundo.
Um dos mistérios que envolvem o quadro é o leve e enigmático sorriso da Mona Lisa.
Um estudo feito por especialistas canadeneses, que usaram radiografias tridimensionais para examinar o quadro, o efeito se deve a uma técnica super-refinada e complexa utilizada por Da Vinci.

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As novidades incluem um retrato aproximado do responsável por uma série de mortes no leste de Londres no século 19.
Jack conseguiu escapar da polícia na década de 1880, após ter assassinado e mutilado cinco prostitutas da capital britância.
Os investigadores admitem que a polícia da época devia estar procurando "pelo tipo errado de suspeito" e que o verdadeiro Jack deveria ser "assustadoramente normal", embora capaz de "uma crueldade extrema".
Suspeito famoso
Os investigadores envolvidos na nova pesquisa incluem profissionais da Scotland Yard, a polícia britânica, responsáveis por investigações de crimes atuais.
O resultado traça o mais completo perfil físico, geográfico e psicológico já produzido até hoje do misterioso criminoso.
Os detalhes da pesquisa serão revelados em um documentário que será exibido na televisão britânica pela emissora Five na noite desta terça-feira.
Jack deveria ter entre 25 e 35 anos quando cometeu os crimes, medir entre 1,65 m e 1,70 m de altura e ter um tipo físico corpulento.
"Pela primeira vez, podemos entender que tipo de pessoa era Jack, o Estripador", diz Laura Richards, chefe de análise para crimes violentos da Scotland Yard.
"Podemos dizer qual a rua onde ele provavelmente morava, qual a sua aparência e porque ele escapou da polícia."
A investigação atual examinou os depoimentos de 13 testemunhas que teriam visto o criminoso.
O escritor Lewis Carrol, autor de Alice no País das Maravilhas, o príncipe Albert Victor e o obstetra John Williams, que atendia a família real britânica, chegaram a ser suspeitos de cometer os crimes atribuídos a Jack, o Estripador.

Os policiais afirmam que a moça é "meio humana e meio animal" e não fala nenhuma língua inteligível.
Ela seria Rochom P'ngieng, uma menina que desapareceu quando tocava uma manada de búfalos perto da floresta virgem que ocupa a fronteira norte do Camboja, na província de Rattanakiri.
O pai da mulher teria a identificado a partir de cicatrizes e está disposto a realizar testes de DNA para comprovar que ela é a filha desaparecida.
No entanto, o correspondente da BBC em Phnom Penh, Guy De Launey, diz que existem outras possibilidades para a identidade da moça.
Pessoas de tribos que moram nas montanhas do vizinho Vietnã comumente entram no Camboja pela floresta, segundo Launey.
Asilo
Muitos tentam buscar asilo por motivos de perseguição religiosa e evitam qualquer contato com as autoridades.
De acordo com a polícia cambojana, a mulher foi descoberta quando um morador da região percebeu que a comida dele estava desaparecendo.
"Ele viu uma mulher nua, que parecia selvagem, na espreita para roubar o arroz dele."
O homem e alguns vizinhos então capturaram a mulher, que teria sido reconhecida pelo pai por causa de uma cicatriz no braço direito.
Um policial disse que quando a viu, ela estava nua e "andava curvada para a frente como um macaco. Ela era pele e osso".
Ele afirmou ainda que a moça tremia e catava grãos de arroz do chão para se alimentar.
Aparentemente, a família da mulher a vigia atentamente, já que ela já teria, em várias ocasiões, arrancado as roupas e tentado fugir para a floresta.
» Mulher dá à luz quíntuplos em Honduras
» "Superbebê" de 7 kg nasce na Polônia
» Primeira bebê de proveta dá à luz
O bebê, o nono descendente de uma humilde camponesa de uma comunidade distante do sudeste peruano, apresentava um crânio de tamanho normal junto a outros dois de um tamanho inferior.
A mãe da menina, Paulina Qente Pacheco, disse que não sabia que a garota "vinha doente", e que por isso não se submeteu aos exames pré-natais.
O diretor do Hospital de Huanta, Cenen Galarza Rojas, afirmou que ocorreu uma má-formação do feto de tipo congênito, talvez por uma alteração de cromossomos ou de tipo viral, segundo o jornal Ojo.
EFE
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Cubanos radicados em Miami protestaram no sexta-feira (20) contra a prisão do militante anti-castro Luis Posada Carriles, atualmente mantido sob custódia dos Estados Unidos por entrar ilegalmente no país. Carriles é procurado na Venezuela sob acusação de envolvimento no ataque a um avião cubano que matou 73 pessoas em 1976. Os Estados Unidos estudam o caso para dar apoio aos cubanos de Miami sem deixar de lado a acusação de terrorismo contra Carriles.
Quase seis meses depois de Fidel Castro desaparecer abruptamente de suas vidas, os cubanos se informam da saúde do líder sintonizando clandestinamente a TV por satélite de Miami.
Segundo o jornal espanhol "El País", Fidel tem diverticulite e seu prognóstico é "muito grave". A notícia chegou prontamente à ilha por meio das antenas parabólicas clandestinas. "Ontem à noite estava vendo a novela na antena e de repente entraram com as notícias sobre Fidel. Fiquei surpresa, porque aqui continuam sem nos dizer nada", disse uma dona-de-casa de Havana. "No dia em que Fidel morrer, seremos os últimos a saber".
Apesar de ilegais, calcula-se que existam 10 mil parabólicas na ilha, às vezes escondidas em lugares tão insólitos como um tanque de água. É comum que um assinante redistribua o sinal a centenas de vizinhos por cerca de dez dólares mensais.
A saúde de Fidel é tratada como segredo de Estado, por ordem dele mesmo, devido à ameaça do "império" norte-americano. O governo cubano afirma que seu líder foi alvo de 637 tentativas de assassinato, muitas delas tramadas pela CIA.



Entra em vigor neste sábado (20/1) a Lei de Execução de Títulos Extrajudiciais. A Lei 11.382, de 2006, altera 85 artigos do Código de Processo Civil para tapar buracos que permitiam que devedores mal intencionados e bem assessorados escapassem das dívidas com seu patrimônio ileso ou adiassem indefinidamente a conclusão dos processos. Reportagem do Valor Econômico informa que a lei facilita o bloqueio de bens depositados no sistema financeiro ou em cartórios, elimina cortesias processuais antes oferecidas aos devedores e dá fim aos temidos leilões judiciais, onde muito patrimônio costumava se transformar em pouco dinheiro.



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Reuters
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RIO - O presidente boliviano, Evo Morales, disse na sexta-feira que fazendeiros de coca não são traficantes de cocaína e que os países ricos devem combater a demanda pela droga, baseada na folha de coca, ao invés de desativar fazendas.
"Eu sou fazendeiro de folha de coca e eles sempre me acusaram de ser um traficante de droga, mas folhas de coca não viciam", disse Morales durante a cúpula de líderes sul-americanos realizada no Rio de Janeiro.
A cocaína refinada de plantas de coca plantadas em nações andinas como a Bolívia e a Colômbia ajuda a abastecer uma guerra de drogas entre gangues nas favelas do Rio, uma das cidades mais violentas do mundo. A Bolívia é uma das maiores produtoras de coca do mundo.
"O problema da cocaína em meu país foi importado de outro lugar", disse Morales quando questionado sobre o que seu governo estava fazendo para evitar que a cocaína chegasse às ruas de cidades como o Rio.
"Claro, reconhecemos que existe um problema com drogas, se pessoas estão usando coca para fazer cocaína é porque há mercado para isso", consentiu. "Não deve haver apenas políticas de cocaína zero, deve haver também demanda zero, e políticas de mercado zero."
Os bolivianos freqüentemente mastigam folhas de coca ou as usam para fazer chá. Morales disse que a coca é parte da vida indígena, com uma série de nutrientes e qualidades médicas. "Você deveria falar com alguns países desenvolvidos e industrializados sobre erradicar este mal", afirmou. Morales constantemente critica a erradicação de plantações de coca financiada pelos EUA na América do Sul.
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| Estilista foi levado para delegacia |





Um homem que se fazia passar por um padre católico foi preso por vender ingressos falsos para ver o Papa Bento XVI de perto em sua visita ao Brasil, marcada para maio, informaram as autoridades.
Erivandro Ferrer de Lima cobrou dos fiéis R$ 175 em dinheiro e outros R$ 375 em prestações pela possibilidade de “ficar perto e tocar” o Papa, informou a inspetora de polícia Rosicleide de Castro por telefone, de Fortaleza, no Ceará.
Lima se apresentou com uma credencial falsa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, rezou missa e ouviu centenas de confissões para aplicar o golpe em suas vítimas, disse Castro.
“Há muita gente descontente”, disse Castro.
O Brasil tem o maior número de católicos do que qualquer outro país no mundo. Em maio, o Papa Bento XVI vai abrir a Conferência Episcopal Latino-Americana no país.

Ao ser perguntado com que expectativa ele chega à reunião, Chávez respondeu "chego com espírito de Hugo Chávez, de vitória. Me sinto renovado e fortalecido". Foi com esse espírito que o presidente da Venezuela fez fortes críticas ao assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, por sua participação na reunião anterior do grupo, em Cochabamba, na Bolívia.
Chávez afirmou que Garcia coordenou por um ano um grupo de trabalho, para discutir a integração dos países da América Latina, mas não apresentou nenhum resultado. O grupo, segundo Chávez, foi formado a pedido dele e do presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez. "Fizeram não sei quantas reuniões. Trabalhou-se muito por um ano. Chegamos a Cochabamba e disseram: vai haver um informe de Marco Aurélio. E Marco Aurélio falou cinco minutos. Fiquei calmo e ninguém perguntou nada. E eu disse: esse é o informe de Marco Aurélio? Depois de um ano de trabalho?"
A Cúpula do Rio, que reúne líderes de países que fazem parte do Mercosul, começou com divergências. Enquanto Paraguai e Uruguai reclamam do desequilíbrio entre suas pequenas economias e o resto do grupo, a Bolívia rouba a cena com sua possível entrada no Mercosul – apoiada pelo Brasil, mas rejeitada pela Argentina. Há ainda a briga entre Uruguai e Argentina, que não se entendem a respeito da instalação de uma fábrica de papel e celulose uruguaia na fronteira dos dois países, além de brigarem por causa de tarifas alfandegárias no comércio bilateral.
Além disso, a proposta da Venezuela para a criação do Banco do Sul uma instituição que apoiaria financeiramento os projetos do Mercosul foi rejeitada nesta quinta-feira (18) pelo Brasil. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o Banco so Sul não é opção, pelo menos imediata, para o Mercosul. "Seria melhor se usássemos os bancos já existentes, de cada país, para projetos mais imediatos", disse ele ao chegar à reunião no Copacabana Palace.
O presidente Luis Inácio Lula da Silva afirmou que a integração da região não pode ser feita apenas pelo comércio, mas deve ser estendida para toda a população. O comentário, feito na manhã desta quinta-feira, foi direcionado para as críticas de que o Mercosul, com o pedido de inclusão da Bolívia, deixa de lado questões técnicas e econômicas. “A integração comercial é importante porque é ela quem dá vida ao crescimento do bloco, mas precisamos das integrações cultural, política e social também”, disse o presidente.
Ele criticou indiretamente a Argentina, que se posicionou contra a entrada da Bolívia no bloco, e o Uruguai, que recentemente fechou uma acordo bilateral de comércio com os Estados Unidos. “Eu sempre ouço dizer que é melhor acordo com os EUA do que com o Brasil. Talvez no imediato pode ser. Mas esse continente já tem muitas frustrações. Precisamos apostar um pouco mais em nós”, afirmou.



Estação Buraco do Serra não sofrerá atrasos, diz a prefeitura! Quem vai andar nessa linha 4 ?
BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta! Morreu o inventor do bolo instantâneo! Dr. Oetker! Com 90 anos.
Na semana passada morreu o inventor do Miojo. Com 96 anos! Os instantâneos estão morrendo de velhice! Tenho que inventar alguma coisa instantânea. Vou inventar o acarajé instantâneo!
E o Buraco do Serra?! A Pegada do Godzilla! A gente nasce por um buraco, fala por um buraco, come por um buraco, é doido por um buraco e quando morre vai pro buraco. Ou seja, A VIDA É UM BURACO! Então parem de reclamar do buraco! E atenção, povo da minha terra: Estação Buraco do Serra não sofrerá atrasos, garante a prefeitura! E a declaração do Serra, ops, Zé Terra, sobre as investigações: "Por enquanto não há nada de concreto". Só de areia! E a do Maluf: "Em obra superfaturada não acontece isso".
E a mais bombástica: "Obra do metrô foi premiada por economia de materiais". Ou seja, a economia é a base da porcaria. E o que mais revolta: uma moradora da vizinhança do buraco já tinha chamado um engenheiro porque as paredes estavam rachadas. O engenheiro bateu no teto com um cabo de vassoura e declarou: É CUPIM! Já sei a causa do desabamento: DEU CUPIM. Só falta a mulher ser condenada pela proliferação dos cupins! Rarará!
Eu acho que isso vai terminar numa pizza maior que o buraco! Rarará!
E quem vai andar nessa linha 4 do metrô?! É mole? É mole, mas sobe. Rarará!
Ou, como diz o outro: é mole, mas, se provocar, ressuscita!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Sampa tem uma loja de artigos pra noivas chamada Fiesta Flores, boquet para noivas.
Boquete para noivas? E não tem boquete para os noivos? Isso é discriminação. Rarará! Mais direto, impossível.
Viva o antitucanês! Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. "Furibunda": companheira farmacêutica que aplica injeção! Rarará!
O lulês é mais fácil que o inglês.
Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno.
E vai indo que eu não vou!
Pro buraco! Nóis capota mais num breca!!!




O Instituto Fernando Henrique Cardoso, conhecido como iFHC, recebeu R$ 500 mil em doações da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), estatal do governo paulista. As doações foram feitas ao longo de 2006, período em que o Estado foi administrado por Geraldo Alckmin (PSDB) e Cláudio Lembo (PFL). No mesmo período, a Sabesp foi presidida pelo tucano Dalmo Nogueira Filho. O dinheiro doado pela empresa que cuida do saneamento básico de São Paulo era destinado à conservação e digitalização do acervo fotográfico, livros e obras de arte do ex-presidente e da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.
O dinheiro saiu da Sabesp então presidida por outro tucano, Dalmo Nogueira Filho e foi direcionado para um projeto de conservação e digitalização do acervo do instituto, conhecido pela sigla iFHC.
A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) é uma das sete empresas que, até o final do ano passado, haviam doado R$ 2.095.000,00 para o projeto de preservação e digitalização do acervo do iFHC, com incentivos fiscais da chamada Lei Rouanet as contribuições podem ser descontadas do Imposto de Renda.
O auxílio estatal ao instituto, via Sabesp, foge à regra: o iFHC nasceu e é mantido graças a contribuições privadas. Quando inaugurado, em 2004, tinha R$ 10 milhões em caixa. O tucano começou a pedir doações a empresários quando ainda era presidente.
O projeto de preservação e digitalização do acervo está orçado em mais de R$ 8 milhões valor que equivale a cinco vezes o orçamento anual da Biblioteca Mário de Andrade, a maior de São Paulo, com mais de 3,2 milhões de itens.
O site do iFHC afirma que a digitalização dos documentos será feita com softwares e equipamentos cedidos pela IBM e pela Sun Microsystems do Brasil, mas não faz referência à Sabesp e aos outros patrocinadores, nem detalha como serão aplicados os R$ 2 milhões já recebidos. Ontem à noite, a entidade divulgou uma nota sobre o assunto (leia aqui).
Além da Sabesp, da Sun e da IBM, os outros patrocinadores do projeto de digitalização do iFHC são as empresas Philco Participações (R$ 600 mil), Arosuco Aromas e Sucos (do grupo Ambev, R$ 600 mil), Mineração Serra Grande (do grupo Anglo-American, R$ 200 mil), Norsa Refrigerantes (representante da Coca-Cola no Nordeste, R$ 140 mil), Rio Bravo Investimentos (R$ 30 mil) e BES Investimentos do Brasil (R$ 25 mil).
Em um jantar no Palácio da Alvorada, em 2002, FHC expôs os planos de sua futura ONG a convidados como Emílio Odebrecht (grupo Odebrecht), Lázaro Brandão (Bradesco), Olavo Setubal (Itaú), Benjamin Steinbruch (CSN), Pedro Piva (Klabin) e David Feffer (Suzano). Na época, o colunista Elio Gaspari criticou o fato de a coleta de fundos ser feita entre representantes de empresas financiadas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ou contempladas no processo de privatização.
O acervo e a doação foi revelada pelo site Terra Magazine.
O Ministério Público já chegou a abrir investigação sobre o suposto uso de recursos da Sabesp para beneficiar aliados de Alckmin na Assembléia Legislativa paulista. Veículos de um deputado estadual tucano chegaram a receber R$ 1 milhão em verba publicitária da estatal.
O instituto foi fundado pelo próprio FHC e tem entre seus dirigentes os ex-ministros como Pedro Malan (Fazenda), Luiz Carlos Bresser Pereira (Administração) e Celso Lafer (Relações Exteriores e Desenvolvimento). O site do instituto na internet destaca que "o iFHC, entidade privada, não está aberto à visitação pública".
O site também informa que foram doados softwares e equipamentos pela IBM e pela Sun Microsystems do Brasil. Não há, contudo, qualquer referência ao patrocínio da Sabesp. O instituto do ex-presidente não chegou a se pronunciar sobre o repasse.
Já as relações da Sabesp com políticos do PSDB não constituem propriamente uma novidade. No ano passado, reportagens da Folha de S.Paulo revelaram que a estatal patrocinou uma edição da revista Ch'an Tao, do acupunturista do então -candidato à- Presidência Geraldo Alckmin - o tucano foi assunto de capa e apareceu em 9 das 48 páginas da publicação.
O site também anuncia que parte do acervo será aberto ao público quando for concluído seu processo de catalogação e digitalização. Não há informações sobre a possibilidade de pesquisar os itens mais interessantes, do ponto de vista histórico e jornalístico: as gravações e anotações que o ex-presidente fez, durante seus oito anos de governo, sobre temas polêmicos como privatizações e reeleição

Terra Magazine publicou ontem reportagem sobre doação de R$ 500 mil, feita por uma empresa estatal presidida por um integrante do PSDB, ao Instituto Fernando Henrique Cardoso, criado pelo ex-presidente tucano (leia aqui).
A estatal é a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). O dinheiro foi direcionado para um projeto de preservação e digitalização do acervo de documentos do ex-presidente.
Na terça-feira, em e-mail enviado à assessoria de imprensa do iFHC, Terra Magazine pediu esclarecimentos sobre o fato de o site do instituto citar a IBM e a Sun Microsystems como patrocinadoras do projeto de digitalizalização do acervo e omitir as doações de outras empresas, como a Sabesp.
Terra Magazine também perguntou ao instituto como serão gastos os R$ 2 milhões já captados para o projeto, com incentivos fiscais previstos na Lei Rouanet, já que o próprio site do iFHC afirma que "a Sun Microsystems fornecerá, gratuitamente, equipamentos e serviços profissionais, incluindo sistemas de armazenamento (em rede com alta disponibilidade), de backup e de restauração, além fazer a conversão de toda a documentação para o formato digital, e a IBM, por sua vez, doará os softwares necessários para a indexação e a organização do conteúdo digitalizado".
Leia a seguir nota divulgada às 21h30 de ontem pelo iFHC:
"Sobre a matéria publicada no dia de hoje, 17/01/2007, no Terra Magazine, a respeito de doações de empresas ao Instituto Fernando Henrique Cardoso, temos a esclarecer o seguinte:
1 - O iFHC é uma instituição sem fins lucrativos, apartidária, criada em 2003, com dois objetivos: de uma parte, guardar, organizar e dar acesso público a documentos relativos à vida política e intelectual de seu fundador, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; de outra, promover estudos e debates sobre temas relacionados ao desenvolvimento e à democratização do Brasil e da América Latina.
2 - Desses debates, já tomaram parte intelectuais, jornalistas e políticos, do Brasil e do exterior, das mais variadas tendências e opções partidárias, como pode ser visto no site do instituto (www.ifhc.org.br).
3 - A guarda e gestão do arquivo de documentos do iFHC, intitulado Arquivo Presidente Fernando Henrique Cardoso, obedecem ao estabelecido pela Lei Federal nº 8.394, de 30 de dezembro de 1991, que dispõe sobre acervos documentais dos presidentes da República, e pelo Decreto 4.344/2002, que regulamenta dispositivos daquela lei.
4 - Entre outros dispositivos, os referidos diplomas legais declaram os acervos documentais privados dos presidentes da República "parte integrante do patrimônio cultural brasileiro" e o reconhecem como de "interesse público", prevendo sua entrega ao titular dos arquivos ao final do seu mandato à frente da presidência da República e fixando, como sua obrigação, "preservá-los, conservá-los e autorizar o acesso a eles, observadas as restrições previstas em lei".
5 - Em obediência à letra e ao espírito dessas determinações legais, o iFHC apresentou projeto ao Ministério da Cultura com vistas a captar recursos com base na Lei Rouanet para a organização, catalogação e digitalização do Arquivo Presidente Fernando Henrique Cardoso. A digitalização permitirá o acesso via Internet a documentos do arquivo.
6 - Tal projeto foi originalmente aprovado em dezembro de 2004, no curso do primeiro mandato do atual presidente. Além das atividades acima referidas, ele prevê a realização de exposições, seminários e palestras dirigidos a um amplo público de estudantes e professores. Também se beneficiarão dele pesquisadores acadêmicos, que poderão ter acesso a novas fontes de investigação histórica.
7 - Trata-se de um trabalho de grandes proporções, que requer competência e recursos para a sua realização. Basta dizer que o arquivo abriga mais de 150 mil itens, entre textos, fotos, fitas e videocassetes. Para a realização desse trabalho, o iFHC cercou-se de uma equipe de profissionais de alta qualificação, coordenados pela curadora Danielle Ardaillon, que dirigiu o Departamento de Documentação Histórica da Presidência da República, entre 1999 e 2002.
8 - Em dezembro de 2006, as captações realizadas ao amparo da Lei Rouanet atingiram o percentual mínimo legalmente requerido para dar início às despesas do referido projeto, aproximadamente R$ 1,6 milhão. Até então, o iFHC contara apenas com a doação de equipamentos e softwares indispensáveis ao processo de digitalização e posterior armazenamento dos documentos digitalizados. Indispensáveis, porém, insuficientes para dar início ao processamento efetivo da documentação. Essa doação não foi feita com base na Lei Roaunet, que só admite doações de recursos financeiros.
9 - Os recursos financeiros, por sua vez, foram captados junto a empresas, entre elas, a Sabesp. Ao fazê-lo, o iFHC manteve-se no estrito cumprimento das determinações legais, seja em relação à Lei Rouanet, que permite a doação de empresas públicas, seja da Lei 4.344, que faculta a qualquer entidade ou pessoa física mantenedora de acervos documentais privados de presidentes da República "buscar apoio financeiro e técnico do poder público para projetos de fins educativos, científicos e culturais".

A Folha de São Paulo nos faz mergulhar no tempo, com a divulgação de documentos secretos da diplomacia americana. Por ele, constata-se que os Estados unidos sabia sim das torturas e assassinatos cometidos pelo regime militar e também cruzou os braços, apesar de sua legislação proibir ajuda a países que violavam os direitos humanos. Os documentos desmentem aqueles que consideram a tortura praticada naquele negro tempo como algo marginal e não uma política institucionalizada do regime. O próprio torturador-mor, delegado Sérgio Fleury, contava com a proteção do todo poderoso irmão do presidente Geisel, o general Orlando Geisel.
É bom lembrar que o aparato repressivo e a tortura foi montado exatamente quando Orlando Geisel foi ministro do Exército, no período mais duro da ditadura; o governo Médici. O regime militar sabia sim do seu envolvimento com o submundo do crime, mas mesmo assim o protegia, como comprova o seguinte texto de um telegrama do então embaixador americano John Hugh Crimmins:
“Fleury desfruta de amplo respeito e admiração entre os militares e as forças de segurança por perseguir sob considerável risco pessoal, líderes bem armados de grupos subversivos. A despeito de suas atividades relacionadas ao esquadrão da morte e de seus problemas com drogas, sua utilidade para o regime lhe valeu o apoio e proteção de pessoas com cargos elevados, entre os quais o ministro do Exército Orlando Geisel, irmão do Presidente que está por assumir”. Talvez isto dê uma pista sobre a estranha morte do torturador Fleury, anos após, quando os militares começaram a articular o seu retorno aos quartéis. No livro “Autopsia do Medo”, de Percival de Souza, fica evidente que tal morte foi uma espécie de queima de arquivo.
Quem quiser saber como operou o regime militar, preste atenção no seguinte telegrama do cônsul americano em São Paulo, Frederic Chapin, de 1973 : Outra fonte, informante oficial e interrogador que trabalha para o centro de inteligência militar em Osasco nos contou em 24 de abril sobre suas atividades contra-subversivas(...) ele também fez um relato em primeira mão sobre a morte de um suspeito de subversão, o que ele designou como “costurar” o suspeito, isto é, disparar uma arma automática contra ele formando uma trilha de balas da cabeça aos pés. ( ...) Ao longo do ano passado, diversas autoridades de segurança confirmaram que suspeitos de terrorismo são mortos como procedimento padrão. Estimamos que até 12 tenham sido mortos na região de São Paulo, no último ano”. No período, 89 militantes “desapareceram”, entre os quais membros do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro e dirigentes da Ação Popular.
Relembramos tais fatos despidos de qualquer sentimento revanchista, mas apenas para que fatos como estes jamais venham a se repetir em nosso país. O Brasil precisa se reconciliar com a história e saber efetivamente o que ocorreu durante a ditadura militar. A divulgação dos documentos americanos é uma contribuição, mas ainda falta muito a ser esclarecido. Isto só ocorrerá quando o governo brasileiro divulgar os documentos secretos da época, coisa que nem Fernando Henrique nem Lula fizeram. Infelizmente, eles ainda são tratados como segredo de Estado. Enquanto não se esclarecer tudo, as feridas não serão cicatrizadas.



Por Sérgio Dávila, na Folha desta quinta:
A liberdade esteve em queda no Brasil em 2006. O motivo principal foi o aumento da corrupção, refletido nos escândalos que explodiram ao longo do ano, e o envolvimento do PT em vários desses escândalos. A conclusão é da ONG norte-americana Freedom House, na edição mais recente do levantamento que realiza desde 1972.Segundo o estudo anual "Freedom in the World" (liberdade no mundo), que divide os países em livres, parcialmente livres e não-livres, o Brasil continua no primeiro grupo e leva nota 2 nos dois principais quesitos, "direitos civis" e "liberdades políticas" -1 é a graduação máxima, 7 é a mínima.O país apresenta, porém, "tendência de queda", assim explicada pelo relatório: "por um aumento da corrupção política, incluindo o envolvimento do partido do governo em vários dos escândalos de corrupção mais sérios".
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Segundo os especialistas do Boletim de Cientistas Atômicos (BAS, sigla em inglês), as ameaças trazidas pelo aquecimento global agora representam um risco significativo o suficiente para se adicionarem à ameaça de guerra nuclear, perigo que motivou o BAS a criar o relógio 60 anos atrás, logo depois que os Estados Unidos jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, no Japão.
Imóvel desde 2003, o relógio, instalado na cidade americana de Chicago, foi adiantado para 23h55. Nunca, desde o final da Guerra Fria, o relógio esteve tão próximo da meia-noite, hora que representa a extinção da humanidade.
A última mudança do relógio aconteceu quando os Estados Unidos se retiraram do Tratado de Mísseis Antibalísticos, em 2002, em meio a ameaças de compra de armas nucleares por terroristas.
Riscos
O relógio foi criado em 1947, nos escritórios da BAS, uma revista científica sobre o assunto, depois de uma campanha a favor do desarmamento. Na sua apresentação, o relógio marcava sete minutos para a meia-noite e de lá para cá, foram feitas 18 alterações.
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| O físico Stephen Hawkins testemunhou o ajuste no relógio |
Originalmente, o relógio só levava em conta as ameaças nucleares, mas mudou os critérios, incluindo as ameaças ambientais. “Quando nos perguntamos sobre quais tecnologias além do armamento nuclear significavam um risco de devastação da humanidade, rapidamente pensamos na emissão de carbono”, afirmou Kenneth Benedict, diretor-executivo da BAS.
Segundo o grupo, a crescente corrida nuclear levou a humanidade para perto de uma "Segunda Era Nuclear", além dos riscos causados pelo aquecimento global.
O anúncio foi feito em eventos simultâneos da revista em Londres e Washington, contando com observações do astrônomo Martin Rees e do físico Stephen Hawking.
“O impacto coletivo da humanidade na biosfera não tem precedentes”, disse Rees. “Essas ameaças ambientais ameaças sem inimigos devem ter o devido papel na política internacional de hoje, assim como durante a Guerra Fria”.
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| Aquecimento global e poluição são ameaças |
Uma série de fatores e eventos levou o BAS a declarar que “o mundo não enfrenta escolhas tão perigosas” desde o lançamento das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki.
Os fatores e eventos em questão são as ambições nucleares do Irã, a detonação de um artefato nuclear pela Coréia do Norte e a presença de 26 mil armas atômicas de Estados Unidos e Rússia, além da incapacidade da comunidade internacional de impedir o tráfico de material nuclear como urânio e plutônio enriquecidos.
Além do aquecimento global, o BAS também levou em considerações ameaças de outra natureza que tinham menor peso, como as vindas de tecnologias como biologia sintética e modificação genética
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A pergunta que não quer calar.


Mas afinal, quando vamos enforcar o Bush???

Ou será que apenas o Sadam merecia a forca.
A verdade sobre Marylin e sua célebre foto no metrô.
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"A partir de agora, meu lema é oposição REM.
Os petistas roubaram? Sono neles! Os petistas
compraram o Ceará? Apague a luz! Os petistas
querem calar a imprensa? Cortina black-out!
Ninguém me tira da cama. Quero hibernar até
o fim do inverno petista. Sou o Zé Colméia do
antilulismo"
– O Diogo está dormindo.
Quem me telefonou nas últimas semanas ouviu essa frase. Tenho dormido muito. Durmo antes do almoço. Durmo depois do almoço. Cochilo meia hora no fim da tarde. Durmo profundamente a noite toda.
A idéia é transcorrer os quatro anos do segundo mandato lulista na cama. A lógica é simples: uma hora a mais de sono significa uma hora a menos de Lula. Minha resposta particular ao petismo é a narcolepsia. No primeiro mandato, antagonizei o regime com um monte de palavras, um monte de artigos, um monte de denúncias. No segundo mandato, pretendo trocar o teclado do computador pelo pijama, o discurso inflamado pelo zunido do aparelho de ar refrigerado, os perdigotos coléricos pelo fiozinho de baba escorrendo delicadamente pelo canto da boca.
A partir de agora, meu lema é oposição REM. Os petistas roubaram? Sono neles! Os petistas compraram o Ceará? Apague a luz! Os petistas querem calar a imprensa? Cortina black-out! Os petistas entraram com mais um processo contra mim? Zzzzzzz! Ninguém me tira da cama. Ninguém me faz abrir os olhos. Quero hibernar até o fim do inverno petista. Sou o Zé Colméia do antilulismo.
O sono natural é o melhor de todos, o mais nobre, o mais elevado. Por maior que seja meu empenho, no entanto, nem sempre é possível obtê-lo. No ataque morfético contra o petismo, todas as armas devem ser admitidas. Vale o sono natural, mas vale também o sono induzido. O maior aliado do oposicionismo comatoso é um criado-mudo abarrotado de hipnóticos e de ansiolíticos. O que importa é o resultado. O que importa é conseguir dormir pelo maior número de horas, seja durante o dia, seja durante a noite, a despeito da zoeira lulista, da britadeira lulista, da sanfona lulista.
Grandes figuras do passado resistiram às arbitrariedades dos governos com um comportamento passivo. Escolheram enfrentar a violência com a não-violência. A agressão com a não-agressão. Meu novo modelo é esse. Durmo. Durmo o tempo inteiro. Durmo em todas as circunstâncias. Tornei-me o Mahatma Gandhi do Dormonid.
Nas últimas semanas, o Brasil revelou toda a sua desavergonhada vagabundice. Um depois do outro, os fatos mostraram como somos ordinários, como somos baratos, como somos atrasados. Os mensaleiros reeleitos. O acidente da Gol. Os perigos do tráfego aéreo. A paralisia dos aeroportos. O aumento do salário mínimo. O aumento do Judiciário. O aumento dos deputados e dos senadores. A barganha por cargos. Arlindo Chinaglia. Aldo Rebelo. Os atentados no Rio de Janeiro. A incapacidade de reagir contra os criminosos. Os mortos em enchentes. Os desastres ambientais.
Isso tudo dá sono. O terceiro-mundismo dá sono. O bananismo dá sono. Quando sinto sono, eu durmo. Pode telefonar para minha casa a qualquer hora do dia. Quem atender dirá:
– O Diogo está dormindo. E pediu para ser acordado só daqui a quatro anos.


Reeleito no final do ano passado para mais seis anos como presidente da Venezuela, Hugo Chávez já indicou que país deseja construir nas próximas décadas. Quer uma República socialista com forte nacionalização de setores industriais (leia-se: manter o petróleo sob controle estatal para garantir a independência financeira do país), reformar o espaço para a oposição (leia-se: não quer críticas a seu governo) e um mandato indefinido para poder governar até o fim de sua vida (leia-se: não quer dividir o poder).
Com essa plataforma de governo e com a notória amizade e admiração de Chávez pelo ditador cubano Fidel Castro, ficam no ar perguntas inevitáveis: será Chávez um novo Fidel? Será que a Venezuela se transformará em uma nova Cuba?
Na semana em que Chávez tomou posse para seu terceiro mandato consecutivo, o G1 preparou esta reportagem especial para tentar desvendar o que está por trás das promessas do presidente venezuelano -apenas um falastrão para uns, o maior líder latino-americano da atualidade para outros.
Para comparar o projeto de Chávez com o legado de Fidel (afastado do poder desde meados de 2006 por problemas de saúde) é preciso, em primeiro lugar, lembrar que a construção do socialismo cubano se deu em uma época completamente diferente da atual. Era o início dos anos 60, o mundo vivia a divisão da guerra fria entre os socialistas soviéticos e os capitalistas norte-americanos e Cuba vinha de uma revolução feita por guerrilheiros com a ajuda da população pobre que derrubou um ditador.
Hoje, com o mundo globalizado, o vento de mudanças que sopra da Venezuela, um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, é suficiente para balançar as bolsas e o mercado financeiro da China aos Estados Unidos. Logo, esse socialismo anunciado por Chávez significa no plano econômico e político nos dias de hoje muito mais do que a tomada de poder de guerrilheiros numa ilha caribenha -ainda que a revolução cubana tenha uma importância fundamental na história das idéias no século XX.
Além do fator histórico é preciso também levar em conta que Cuba e Venezuela são hoje dois países muito diferentes. Indicadores sociais e econômicos mostram uma Cuba pobre, com uma população altamente educada e sob uma ditadura de partido único e repressão aos direitos humanos.
Já a Venezuela de Hugo Chávez é uma nação rica graças ao petróleo, mas com indicadores sociais (analfabetismo e mortalidade infantil) que ainda a colocam entre os países de terceiro mundo. Diferentemente de Cuba, a Venezuela hoje é uma democracia, ainda que o presidente pretenda ampliar seus poderes e estender seu mandato por muitos e muitos anos.
Apesar de discordarem em alguns pontos sobre quais são as reais intenções de Chávez (e concordarem que é provável que nem o próprio Chávez saiba), especialistas ouvidos pelo G1 são unânimes em afirmar que, para o venezuelano, Cuba é o exemplo a ser seguido.
"Chávez aprendeu muito com o que aconteceu de errado em Cuba, e vai implementar o seu projeto com base nisso", disse ao G1, otimista, o historiador britânico Richar Gott. Clique aqui para ler a entrevista de Richar Gott.
Para o editor do site Venezuelanalysis, Gregory Wilpert, as medidas de Chávez vão levar a melhorias na vida dos venezuelanos e à construção de uma sociedade mais igualitária.
Mais crítico, Daniel H. Levine, cientista político norte-americano, se diz preocupado com a centralização do poder nas mãos do presidente. "Chávez está tentando levar seu país a uma situação política mais parecida com a realidade cubana, o que é um risco para a democracia", diz.
Levine tem uma opinião crítica muito parecida com a de muitos analistas internacionais, que resumem o "chavismo" como uma mera e efêmera injeção maciça de dinheiro do petróleo em programas assistencialistas. "Acho que se trata simplesmente de um regime populista militarizado", diz Levine. Clique aqui para ler a entrevista com Levine.
Para esses analistas, Chávez só consegue se manter no poder, e com um altíssimo índice de aprovação, porque o alto preço do petróleo no mercado internacional está gerando bilhões de dólares a cada ano, e isso permite sustentar políticas sociais de subsídio ao consumo que favorecem uma vasta camada da população.
Hoje, 47% da população da Venezuela vive abaixo da linha da pobreza -cerca de 12 milhões de pessoas. Já Cuba se vangloria de não ter miseráveis no país -mas sua população reclama dos salários baixos e da falta de produtos simples nos supermercados, como papel higiênico.
Para o jornalista da TV Globo William Waack, analista de política internacional do G1, "Chávez pratica um tipo de populismo que pode ser comparado, em alguma medida, ao que fez outro colega coronel 60 anos atrás, Juan Domingo Perón, na Argentina: comprar o voto das massas através de políticas assistencialistas que só perpetuam a dependência do Estado e aliviam um pouco a miséria, sem jamais erradicá-la."
"Chávez e outros países da América Latina ainda preferem os sonhos à realidade", diz o colunista.
E o Brasil com isso?
Para o Brasil, o projeto socialista de Chávez tem o efeito de desagregação do Mercosul, disse ao G1 o cientista político Celso Lafer, ex-ministro das Relações Exteriores. "Do ponto de vista do Chávez, o que interessa é uma América do sul conflitiva, para que ele possa alargar sua influência. Então a lógica dele é gerar conflitos e nos isolar", afirmou.
Segundo Lafer, que concorda que Chávez quer fazer da Venezuela uma nova Cuba, "Se Lula levar em conta a lógica dos nossos interesses, ele deverá se distanciar. A idéia de se aproximar para assim controlar não vai funcionar.
Está em cartaz desde ontem no Museu da Nação, em Lima, capital peruana, uma exposição que mostra múmias de duas das principais nações da América Pré-Colombiana. São restos dos incas e dos chachapoyas, que guerrearam pelo domínio dos Andes no século 15 de nossa era.
As múmias incas já são famosas em museus do mundo todo, mas os exemplos da civilização chachapoya, que floresceu na parte amazônica dos Andes do ano 800 até a chegada dos espanhóis no século 16, são os mais impressionantes.
Os chachapoyas transformaram as florestas de altitude, entre 2.000 m e 3.000 m, em vastas áreas de cultivo por causa da região montanhosa e úmida em que viviam, ganharam o apelido de “guerreiros das nuvens”.
Tinham fama de ser um povo alto, belo e de pele clara, e construíram grandes cidades fortificadas na selva. Por causa de algumas dessas características, surgiu a lenda de que eles teriam ascendência européia, a qual aparentemente não tem nenhum fundamento na realidade.

O domínio espanhol, no entanto, trouxe pouquíssimas vantagens para os chachapoyas, que perderam sua independência política do mesmo jeito e sofreram muito com epidemias trazidas pelo invasor europeu. Calcula-se que, depois de 200 anos sob a Coroa espanhola, a população desse povo tenha se reduzido a só 10% do total pré-colombiano.
Os principais vestígios arqueológicos chachapoyas é a grande fortaleza de Kuélap, conhecida como a "Machu Picchu do norte", que recebe poucos visitantes por ser de difícil acesso.



Fizeram um minuto de silêncio para o inventor do Miojo. Errado! O certo são três minutos!
BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta! E a bispa Sônia acusada de lavagem de dinheiro? Isso é que é milagre: transformou a Bíblia em máquina de lavar. Rarará!
E saiu o novo apelido da Cicarelli: Cri-Cri-Carelli! E adorei a declaração dela sobre o vídeo da rapidinha na água: "É muito doloroso falar". Doloroso? Então entrou areia? Rarará!
E adorei a charge do Brum com a Bocarelli dentro d'água: "Mas eu nem mostrei o Orkut". E a homenagem póstuma ao inventor do Miojo. Fizeram um minuto de silêncio. Errado! Em se tratando do inventor do Miojo tinha que ser três minutos. Três minutos e dois copos e meio d'água! Rarará!
E a Mega Sena?! Aí perguntei pra um amigo: "O que você faria se ganhasse na Mega Sena?". Vasectomia. Pra não ter que dividir os milhões. Claro, o cara ganha na Mega, se esbalda e um ano depois aparecem cem pensões pra pagar. Rarará! Um outro me disse que não queria ganhar na Mega Sena. Não consigo mais dormir sem dívidas. É o brasileiro típico: se não tá devendo, não consegue pegar no sono. Viciou!
E um outro me disse que comeria tudo o que queria. E um outro me disse que comeria todas que queria.
Haja mulher! E eu compraria o helicóptero da Band. Pra ficar dando adeusinho pros pobres aqui embaixo. Outro me disse que se ganhasse na Mega Sena compraria o Brasil de volta. Rarará!
E melhor que ganhar na Mega Sena é conseguir uma megasenha de alguém do PCC! Aí, sim, poderia ficar milionário! Rarará!
É mole? É mole, mas sobe. Ou, como diz o outro: é mole, mas chacoalha pra ver o que acontece! Antitucanês Reloaded, a Missão.
Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que no Vale da Ribeira tem um inferninho chamado Kissi Mi Night Drinks!
Rarará!
Parece Dias Gomes. Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil!
Cartilha do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante. "Maquiar": BigMac de ar! O lulês é mais fácil que o inglês. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
E vai indo que eu não vou! Nóis capota mais num breca!!!















CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou que a proposta para aprovação da reeleição indefinida do presidente está pronta.
"Estamos redigindo a proposta para a reeleição indefinida do Presidente, (...) se for rejeitada pela maioria do povo, serei eu o primeiro a aplaudi-lo", acrescentou.
Por causa da proposta, Chávez afirmou que estão o acusando de tirania. "Já estão me acusando (de ser) o tirano Chávez, dizendo que Fidel (Castro) deu a ordem", disse o presidente.
Chávez, reeleito presidente em 3 de dezembro, tomou posse nesta quarta-feira (10) para seu segundo mandato, de 2007 a 2013, e anunciou que implantará o socialismo na Venezuela com a aprovação de novas leis econômicas, sociais e de defesa.
A reeleição presidencial, pela Constituição de 1999, pode ser imediata, mas está limitada a uma só vez.
Em seu discurso de posse, Chávez se dirigiu aos embaixadores presentes ao ato e os advertiu: "o importante é que o povo tomará a decisão" com um referendo que deverá sancionar a reforma constitucional.


Donos de carros de som fazem protesto contra lei do silêncio

Em dezembro, Kassab regulamentou lei contra propaganda sonora na cidade
SÃO PAULO - Um grupo de proprietários de carro de som fez uma manifestação no início da tarde desta terça-feira contra a lei, regulamentada pelo prefeito Gilberto Kassab (PFL) no dia 13 de dezembro, que proíbe o sistema de som para fazer propaganda ou anunciar produtos nas vias públicas da cidade de São Paulo.
O grupo, acompanhado de 45 carros e caminhões de som, se concentrou em frente ao Sambódromo, no Anhembi, zona norte da cidade. Eles saíram em carreta por volta do meio-dia, e seguiriam até a Prefeitura, no Viaduto do Chá.
A Lei nº 11.938 é de 29 de novembro de 1995 e proíbe a poluição sonora. Para quem descumprir a lei, as penalidades previstas vão desde advertência, multa no valor de R$ 8.094,00 (dobrada em caso de reincidência), apreensão de toda aparelhagem emissora da fonte sonora, além de recolhimento do móvel ou veículo e até o fechamento do imóvel onde a aparelhagem estiver instalada.
As equipes do Programa de Silêncio Urbano (PSIU), da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras e gentes vistores da Supervisão de Fiscalização da Coordenadoria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (CPDU) das serão os responsáveis pela fiscalização.
Pela lei, não estão sujeitos à proibição os aparelhos e fontes de som utilizados para a realização de propaganda eleitoral, que se sujeitam às disposições previstas na legislação específica e as sirenes e demais aparelhos sonoros utilizados em viaturas para a prestação de serviços de socorro ou de policiamento. Também poderão ser utilizados os aparelhos de rádio e televisão, instrumentos musicais e demais aparelhos e fontes de som instalados em estabelecimentos comerciais ou veículos cujos sons executados sejam audíveis exclusivamente no interior do estabelecimento comercial ou do veículo em que estiverem instalados.
Comentário
Pamonha,pamonha de Piracicaba ,quem vai querer?Quem já não foi acordado as 8:00hs.da manhã com este maldito slogan?.Agora tem também caminhões com trio elétrico parecendo micaretas à qualquer horário enchendo seu saco !!! Fora.

Os bispos foram presos por levarem US$ 56 mil em dinheiro vivo para os Estados Unidos. Eles declararam às autoridades alfandegárias que traziam US$ 10 mil, que é o limite imposto pela lei americana. Hernandes e Sônia têm residência em Miami e outros bens nos EUA, e respondem a processo por evasão de divisas e lavagem de dinheiro - o que estende as investigações até aos órgãos de inteligência americanos.
O Ministério Público deve entrar com novo pedido de prisão do casal no Brasil. Em 2006, o juiz-titular da 1ª Vara, Antônio Rossi, acolheu a denúncia feita pelo promotor Marcelo Mendroni contra os bispos. O Ministério Público pediu o bloqueio dos bens da Igreja Renascer e do casal por entender que a comunidade se comportava como uma organização criminosa que praticava lavagem de dinheiro, evasão de divisas, falsidade ideológica e estelionato. Os promotores também pediram a prisão preventiva dos bispos. Procurado pelo G1, o advogado de Estevam e Sônia Hernandes, Luiz Flávio Borges D'Urso, não quis se manifestar.
A Justiça brasileira chegou a decretar a prisão, mas Estevam e Sônia Hernandes conseguiram um habeas corpus que garantiu, inclusive, o direito de embarcar para os EUA. A PF e o MP monitoravam o casal e sabiam do embarque. Depois da prisão em Miami, os promotores devem refazer o pedido de prisão preventiva na Justiça brasileira, alegando que eles podem voltar à condição de foragidos.
Estevam e Sônia Hernandes estavam na lista do FBI marcados pelo chamado "alerta azul", sinal de que as pessoas são procuradas por responder a processos que interessam aos EUA e têm residência no país da América do Norte. A prisão por causa do dinheiro não declarado é afiançável, o que significa que eles podem ser soltos.
O FBI já colaborava com os promotores brasileiros nas investigações para rastrear o dinheiro arrecadado pelos bispos da Renascer. No Brasil, a Justiça determinou o bloqueio da movimentação de oito contas bancárias das empresas Colégio Gamaliel e Publicações Gamaliel, abertas em nome do casal Hernandes. A movimentação registrada, entre 2000 e 2003, chegou a R$ 46,4 milhões.
Também foram bloqueados bens como a casa dos bispos em Boca Raton, litoral da Flórida, avaliada em U$ 465 mil, e um haras em Atibaia, a 60 km de São Paulo, comprada pela igreja em 2001 por R$ 1,8 milhão.
A Igreja Renascer tem 1.500 templos no Brasil e foi fundada em 1986. Como toda organização religiosa no Brasil, a igreja dos bispos Estevam e Sônia Hernandes também é isenta de pagar Imposto de Renda.
COMENTÁRIO
Em nome de Jesus,teje presos,abandona que esse dinheiro não é de voces!!!Deus existe.
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| O vídeo com imagens de Cicarelli foi visto por milhões de internautas (Foto: Divulgação) |
O fato que foi reconhecido pelos juízes anglo-americanos é que é quase impossível tentar impedir que fotos ou vídeos ilícitos circulem pela internet.
Cicarelli e Malzoni passaram por isso: cada tentativa de remover o material - no caso um vídeo picante com imagens sem muita qualidade dos dois em uma praia da Espanha apenas alertava uma nova audiência para a existência das imagens.
Muitos juízes na Grã-Bretanha e Estados Unidos não baixam proibições para impedir que imagens ou qualquer tipo de material seja distribuído pois eles sabem que isto seria uma tentativa fútil, segundo o especialista em lei tecnológica e advogado de uma companhia de Londres, a DLL Legal, Nick Lockett.
"Ao contrário, eles vão lidar com isto pedindo indenizações. Este é o único recurso que terão", disse.
Papel
A situação é radicalmente diferente do que nos dias em que imagens comprometedoras seriam divulgadas apenas em jornais.
Nesta situação uma mandato judicial poderia ser eficaz já que existia um número finito de jornais envolvidos, segundo Lockett. Bastava destruir estes jornais e o caso estava resolvido.
Por contraste, na internet as imagens e vídeos podem ser copiados um número de vezes quase infinito, o que leva ao fracasso quase todas as tentativas de apagar ou suprimir estas imagens.
A saga começou em setembro de 2006 quando advogados de Cicarelli e Malzoni entraram com ações contra sites brasileiros como Globo e iG além da página YouTube, exigindo que o vídeo exibindo o casal ou links para páginas que o contivessem fossem retirados do ar.
Estes sites obedeceram mas, de vez em quando, o clipe volta para o YouTube pois usuários da página colocam novamente o vídeo à disposição.
A última decisão, tomada depois de uma ação iniciada por advogados agindo apenas em nome de Malzoni, exige que o YouTube encontre formas de evitar, de forma permanente, a colocação do vídeo na página.
As chances de o YouTube conseguir isto são poucas devido ao fato de que o site já está com o cronograma atrasado para a implementação de um sistema que promete escanear automaticamente vídeos carregados por usuários para checar se o material é protegido por direitos autorais ou não.
Se esta proibição falhar, o advogado de Malzoni está pedindo uma multa de US$ 119 mil para cada dia em que o vídeo for disponibilizado.
Jurisdição
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| Os criadores do YouTube, Chad Hurley e Steve Chen |
Lockett afirma que o pedido de indenização vai depender se a justiça brasileira tem jurisdição nos Estados Unidos, onde estão os servidores do YouTube.
Em casos semelhantes na Grã-Bretanha, a justiça britânica afirmou que tinha jurisdição em qualquer lugar do mundo.
Mas, uma ação legal também terá que demonstrar que o YouTube não tomou medidas efetivas para remover o clipe, segundo Lockett.
A Lei de Direitos Autorais Digitais do Milênio, uma lei americana, dispensa todas as companhias de internet do policiamento de conteúdo carregado em páginas.
Mas, segundo Lockett, uma vez que uma companhia "recebeu um aviso" sobre um vídeo, eles precisam agir rápido.
Mas o que poderia funcionar na defesa do YouTube é o fato de que existem muitas cópias do vídeo na rede. Se o pedido de indenização chegar à Justiça, o YouTube pode argumentar que o número de pessoas que viu o vídeo pelo seu site foi pequeno comparado à audiência global.
- Na hora de transar,feche a janela.O amor é cego,mas os paparazzi não.Eles estão todos com suas câmaras nas mãos.Se não quer mídia vai no motel ou no matinho.
O candidato do PT à presidência da Câmara, Arlindo Chinaglia (SP), prometeu nesta segunda-feira (8) que, se eleito em 1º de fevereiro, defenderá o aumento de 91% aos parlamentares, na hipótese de o reajuste vir a ser aprovado pelos colegas em plenário.
"Isso tem que ser resolvido em breve porque deveria ter sido solucionado pela legislatura atual. Nunca vi ficar para a próxima (que começa em fevereiro). E, se na condução desse processo, esse aumento for aprovado, vou defender como presidente", disse Chinaglia, líder do governo na Câmara.
Até o mês passado, o petista foi um dos defensores dos 91%, que equiparava os salários dos deputados (atualmente em R$ 12.840,00) aos R$ 24.500 dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Os comandos da Câmara e Senado tentaram dar esse aumento por meio de um ato conjunto das mesas diretoras, mas recuaram depois que o STF determinou que qualquer reajuste salarial deveria passar pelo plenário. Sem acordo, os parlamentares adiaram a decisão para a próxima legislatura.
Sem citar nomes, Chinaglia alfinetou o atual presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PC do B-SP), que disputa com ele a preferência da base governista pela candidatura à presidência da Casa. Para o petista, a condução política da discussão "foi um desastre".
Agora candidato, Chinaglia evita defender com veemência os 91%, mas dá o recado de que não deve se manifestar contrário.
"Não quero fazer disso um debate central. Às vezes, há muita hipocrisia. Muitos são contra a equiparação, mas não querem o fim da verba indenizatória (R$ 15 mil, para pagar despesas). Outros defendem a equiparação com o fim dessa verba. Eu estou preparado, inclusive, para defender a equiparação", ressaltou.
Já Aldo prefere não falar mais sobre esse assunto, depois dos desgaste sofrido com a tentativa de aumento de 91%. Também favorável a esse reajuste, Aldo deve, assim como Chinaglia, pôr o tema em discussão assim que começar a nova legislatura se vencer a briga com o colega petista pela presidência da Casa.
Para os dois candidatos à presidência da Casa, o apoio do PMDB será fundamental para a definição da disputa. O presidente da sigla, Michel Temer, já deu sinais de que o partido deverá optar por um dos dois.
Nesta segunda, ele rejeitou a idéia de apoiar um candidato da 'terceira via', ou seja, escolhido por um grupo independente de 16 parlamentares que não se situam nos dois grupos principais, nem de Chinaglia, nem de Aldo.
COMENTÁRIO

O que está imbutido verdadeiramente ,nas intenções dos "cumpanheiros"?A ganância e sêde pelo poder simplesmente.Danem-se a ideologia e a utopia.Viva a hipocrisia.
Transparência nos gastos, voto aberto, autonomia na relação com o Executivo e novo tratamento para medidas provisórias editadas pelo presidente da República.
São esses os principais pontos do documento intitulado “Autonomia, Transparência e Combate à Corrupção”, que um grupo de 16 parlamentares anunciou nesta segunda-feira (8) após reunião em um hotel na zona sul de São Paulo.
O grupo discute o lançamento de uma candidatura alternativa à do petista Arlindo Chinaglia e à reeleição do atual presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PC do B). O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), um dos integrantes do grupo e nome cotado para a candidatura independente, recuou hoje da idéia de se lançar na disputa.
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O documento será enviado ainda nesta segunda-feira ao presidente do PMDB, Michel Temer, e aos presidentes do PDT, Carlos Luppi, e do PPS, Roberto Freire.
De acordo com o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), cada um dos parlamentares presentes ao encontro vai conversar com outros colegas para negociar adesões ao grupo.
Um novo encontro será realizado em Brasília no dia 17, às 15h. O encontro desta segunda reuniu deputados de oito partidos, mas o PSDB foi maioria com oito dos 16 parlamentares.
Fruet disse que o PSDB não fechou posição sobre o apoio à terceira via. Antes disso, vai consultar o presidente da legenda, Tasso Jereissati, e só deverá apresentar posição oficial depois do próximo dia 20. O presidente do PMDB, Michel Temer, já se manifestou contrário ao apoio de um nome da "terceira via".
Fernando Gabeira (PV-RJ) destacou que o documento formulado pelo grupo contém um dispositivo contra a indicação de Rebelo ou Chinaglia, já que os dois foram favoráveis ao reajuste de 91% nos salários dos deputados.
Os deputados federais Luiza Erundina (PSB-SP) e Chico Alencar (PSOL-RJ) afirmaram que embora o grupo possa apresentar um terceiro nome, essa indicação deverá ser resultante de uma ampla consulta ao conjunto dos partidos.
"Sem propostas, sem programa e sem idéias, nem Jesus Cristo, nem o Papa Bento XVI e nem o Dalai Lama resolvem a crise de representação política brasileira", disse Alencar.
"Não temos restrição a qualquer outro nome, a não ser que o candidato tenha envolvimento com irregularidades e desvios que foram cometidos na Câmara durante a última legislatura", disse Erundina.
SUGESTÃO
Os nobres parlamentares,só aprovam leis quando é de interesse da classe.Quando é para aprovar leis de interesse da sociedade,nunca chegam ao consenso comum.Por isso vamos aprovar já sem restrição a "QUARTA VIA".VAMOS VENDER BRASÍLIA e expurgar a canalhada com todos os tranqueiras e os parasitas que habitam e corroem os alicerces da república.Ai resolvemos nosso problema!!!

Agência Estado (AE)
O Palácio do Planalto divulgou ontem a doação de R$ 20 milhões para o Paraguai investir na modernização de seu sistema aduaneiro. A iniciativa faz parte de um pacote de ajuda montado para beneficiar países vizinhos do Brasil, dentro da estratégia definida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de reforçar a integração da América do Sul.
Medidas de financiamento e facilidades de comércio devem favorecer também a Bolívia e o Paraguai. O presidente Lula quer preparar o terreno para a reunião de cúpula do Mercosul, marcada para os dias 18 e 19 no Rio de Janeiro.
De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União, os R$ 20 milhões doados ao Paraguai se destinam a "fomentar ações naquele país para a modernização da administração tributária e aduaneira e a redução dos desequilíbrios locais, principalmente, nas áreas sociais e econômicas, buscando melhor integração entre os países membros do Mercado Comum do Sul-Mercosul".
Este é uma forma também de o Brasil se contrapor às facilidades oferecidas aos vizinhos pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que tem usado o dinheiro vindo do petróleo para beneficiar países como Argentina e Bolívia.
A lista de bondades do presidente Lula para o Paraguai deverá incluir ainda compensações pelas perdas que o vizinho alega ter na operação da usina hidrelétrica de Itaipu, localizada na fronteira entre os dois países e gerida por uma empresa binacional. Não há definição, no entanto, de como essa compensação será feita.
O pacote prevê também ajuda à Bolívia, presidida por Evo Morales com o financiamento para compra de tratores e desenvolvimento de programas agrícolas, além de empréstimos para a implantação de uma fábrica de biodiesel. Esses projetos seriam alimentados por recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
No caso do Uruguai, a idéia do governo brasileiro é evitar que continue a haver queixas de bloqueio ou retenção de cargas na alfândega brasileira. Com isso, espera-se a entrada de mercadorias do Uruguai no Brasil.
A decisão de incrementar a ajuda aos vizinhos do Mercosul foi determinada pelo próprio Lula em uma reunião com ministros realizada em Brasília na quinta-feira, véspera do início das férias do presidente.
A política externa do governo Lula já incluiu bondades voltadas aos países africanos, como o perdão de dívidas no total de mais de R$ 1 bilhão.

Lula prometera que, três dias após o 2.º turno, daria início às ações que marcariam a nova etapa de sua Presidência
Agência Estado (AE) -João Domingos, BRASÍLIA
Nove dias depois da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o fato mais marcante do seu segundo governo foi, justamente, a cerimônia de posse. As promessas de que começaria o segundo mandato três dias depois do segundo turno da eleição, em 29 de outubro, não foram cumpridas. Como também não o foram os anúncios de que se reuniria com a oposição e os governadores eleitos da base aliada para tratar de um acordo que viabilizaria a aprovação da reforma política.
Lula também não conseguiu divulgar aquilo que pretende ser a grande novidade do segundo mandato, o pacote destinado a destravar a economia e fazer o País crescer. Pelo contrário. Adiou sucessivamente o anúncio e, no dia 22, durante café da manhã com os jornalistas, disse que não era interessante fazê-lo naquele momento porque a sociedade estava interessada em “pacotes de presente” e não em pacote econômico. Só deverá revelar ao País o conteúdo do pacote um mês depois. Sabe-se que o plano deverá prever a desoneração de impostos equivalente a R$ 9,5 bilhões e apresentar medidas para a melhoria da infra-estrutura.
O presidente também não deu início, ainda, à montagem do ministério que vai acompanhá-lo no segundo governo. Informou apenas que deverá ser técnico. Tampouco cobrou dos ministros uma solução para o Instituto do Coração (Incor), embora no dia 12 tenha feito uma reunião de emergência no Aeroporto de Congonhas com a direção da instituição e alguns ministros. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deixou a reunião dizendo que o presidente Lula dera 48 horas de prazo para que os ministros resolvessem o problema do Incor.
“Ele (Lula) determinou que encontrássemos uma solução para que o Incor possa se recuperar e restabelecer a eficiência dos seus trabalhos”, afirmou Mantega, no dia. O Incor acumula dívidas de R$ 245 milhões, ou 82% do orçamento previsto para este ano, de R$ 300 milhões. Do total da dívida, R$ 117 milhões foram repassados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Lula vinha dizendo, seguidamente, tanto em discursos quanto em entrevistas, que está muito mais experiente e que, agora, sabe cobrar rapidez. Em um dos discursos feitos logo depois da reeleição, afirmou que exigirá muita agilidade de seus ministros. E, ao fazer um comentário sobre os dois meses de prazo que um Grupo de Trabalho (GT) tem para concluir os estudos sobre o caos nos aeroportos, disse: “Dois meses é um prazo grande demais. Quando a gente faz 61 anos, o tempo passa muito rápido.”
Mas, apesar das promessas de que faria tudo com muita rapidez, Lula entrou em férias. Só deverá voltar ao trabalho na semana que vem. A maioria dos ministros seguiu o exemplo do chefe, como Luiz Fernando Furlan, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que não retomou o trabalho ontem, como previsto. O ministério vem sendo comandado pelo secretário-executivo, Ivan Ramalho (ver reportagem abaixo). Dilma Rousseff (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Planejamento), ao contrário, tiveram de mudar seus planos, recolher as malas que já estavam prontas e ficar em Brasília para cuidar do pacote destinado a destravar o País.
‘MARKETING’
A oposição critica Lula por não cumprir as promessas e por causa das férias que tirou. “O presidente Lula é homem de marketing, da boca para fora. Toda semana ele anuncia uma coisa e não cumpre”, disse o líder do PFL no Senado, José Agripino Maia (RN). “Ele se esquece de que em seu primeiro governo houve a surpresa do Fome Zero e da eleição de um operário. Agora o povo vai exigir resultados, menos marketing e vai cobrar o cumprimento das promessas”, afirmou Agripino.
O líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), defendeu Lula e criticou a oposição. “Acho que a sociedade está se cansando de ouvir certos setores da oposição dizerem que o presidente não faz nada. A sociedade quer que a oposição colabore com o País. E ela ainda está vivendo uma fase pré-eleitoral. Perguntem às 11 milhões de famílias que recebem o Bolsa-Família se elas acham que o governo é de marketing. Perguntem ainda aos 350 mil alunos carentes que se beneficiaram do ProUni se eles acham que o governo é de marketing”, argumentou.
Para Fontana, o discurso da oposição cansou tanto que ela perdeu 5 milhões de votos entre o 1º e o 2º turnos.
PROMESSAS DE LULA
“Se no primeiro mandato começamos a 80 km por hora
e não conhecíamos a pista como o Felipe Massa, no segundo
começaremos a 120” (29/10/2006)
“Pretendo, até dezembro, conversar com todas as forças políticas que compõem o Congresso, com todos os
segmentos da sociedade” (29/10/2006)
“Vamos dar mais entrevistas, vamos cansar os jornalistas com entrevistas” (29/10/2006)
“O segundo mandato é mais difícil e será mais gostoso. Terei de provar que faço mais do que fiz” (25/11/2006)
'Precisamos destravar a economia. É condição sine qua non para dar o passo seguinte no desenvolvimento do País” (5/12/2006)
“Os próximos quatro anos serão de muito trabalho. E vamos
trabalhar mais, porque já conhecemos os caminhos das pedras, sabemos onde é que as coisas emperram” (1/1/2007)
Agência France Presse (AFP)
O 'menor Estado' do mundo, Sealand, uma antiga plataforma militar com 550 m2 habitáveis situada no mar do Norte, na altura das costas inglesas, está à venda 40 anos depois de sua fundação por um britânico excêntrico, Roy Bates, que o comprou em 1967, informa o jornal "The Times".
O principado de Sealand é de fato um Estado autoproclamado não reconhecido por nenhuma outra nação. Ocupa uma antiga plataforma metálica, Roughs Tower, assentada em duas torres de cimento armado na altura de Harwich (leste da Inglaterra) e construída em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, para a instalação de uma bateria antiaérea.
Pela plataforma, à qual só é possível chegar de helicóptero ou barco, os proprietários pedem 10 milhõs de libras (15 milhões de euros) e detalham as qualidades do local: vista infinita do mar, tranqüilidade absoluta garantida, nada de impostos.
"Possuímos a ilha há 40 anos, mas agora meu pai tem 85 anos e chegou, talvez, o momento de um rejuvenescimento", declarou o filho de Roy Bates, Michael. "Já mencionaram quantias astronômicas, mas veremos o que nos propõem", acrescentou.
Sealand se vangloria de seu passado como qualquer país que tem direito a defender sua soberania ante ameaças do exterior.
Em 1967 Roy Bates, ex-major do Exército britânico, ocupou a plataforma com a família e declarou que o local, por estar localizado em águas internacionais, podia ser considerado um Estado e se autoproclamou "príncipe".
Um ano depois, a Marinha Real tentou retirar, sem sucesso, o "rei de Sealand" e foi alvo de disparos feitos a partir da plataforma.
Em seguida, um juiz deu razão a Roy Bates contra o governo britânico e considerou que Sealand estava além do limite das águas territoriais do Reino Unido.
Em 1974, o "rei de Sealand" elaborou uma Constituição, à qual se somaram bandeira, hino nacional, moeda oficial (o dólar de Sealand, em paridade com a moeda americana) e passaportes como símbolos de soberania.
Quatro anos mais tarde, Sealand foi cenário de um caso digno de filme.
Empresários alemães e holandeses que negociavam na plataforma seqüestraram o filho de Roy Banes, mas foram rapidamente dominados, declarados prisioneiros de guerra e mais tarde liberados.
NEGÓCIO FECHADO.MANDAMOS O AERO-LULLA ,DEPORTAMOS A CANALHADA DE BRASILIA E FICAMOS LIVRES DELLES. NEM TRÔCO ACEITAMOS , LÁ PODERÃO REINAR À VONTADE !!!



O inóspito Principado de Sealand


